Acompanho automobilismo desde criança, e a paixão pelo esporte me deu imensas alegrias e grandes amigos. Mas essa mesma paixão me faz derramar lágrimas amargas de vez em quando. Como na noite de ontem, ao ler pelo twitter a confirmação da morte do piloto inglês Dan Wheldon, num acidente horroroso no GP de Las Vegas.
Nessas horas, o fator humano é o que importa mais. Wheldon foi bicampeão das 500 milhas e campeão da Indy, mas ontem ninguém parecia se lembrar muito disso. O que as pessoas, seus fãs e amigos, comentavam nas redes sociais era que Dan era uma pessoa afável e simpática, que gostava de brincar com os mecânicos e sabia xingar em português (era amigo muito próximo de Tony Kanaan). E, o que é mais trágico, deixa esposa e dois filhos pequenos, de dois anos e seis meses.
Vi muitos pilotos morrendo ao vivo pela TV, e esse é o maior preço que um fã de automobilismo paga por seu amor ao esporte. Os acidentes de Jeff Krosnoff e Greg Moore ainda me assombram. Nem preciso falar de um certo primeiro de maio. Mas sempre preferimos acreditar que não, não vai acontecer de novo, não vamos ver um carro acertando o muro a uma velocidade inimaginável, não vamos ver um piloto deixar a pista em uma ambulância. Somos enganados pelos deuses do esporte, que maldosamente nos fazem crer que os homens são maiores que tudo, até que a morte.
Até que uma tarde ensolarada de domingo nos prova o contrário.
A Fórmula 1 ficou quase um mês de férias e, no final das contas, a volta deixou aquela sensação de deja vu. Ora, se não vejamos:
Vettel foi pole.
Vettel venceu a corrida e ampliou ainda mais sua vantagem no campeonato.
Alonso foi melhor que Massa na prova.
Rubinho penou com a Williams.
Hamilton se envolveu em um novo acidente e não conseguiu terminar a corrida.
Button foi menos afobado que seu companheiro de equipe e conseguiu mais um lugar no pódio.
Schumacher deixou Rosberg para trás.
Bruno Senna largou em sétimo.
Opa, pera aí. Eu disse Schumacher deixou Rosberg para trás e Bruno Senna largou em sétimo?
É, isso mesmo.
Foram poucas as surpresas do GP da Bélgica, mas elas aconteceram. O heptacampeão largou em último lugar, fez uma excelente corrida de recuperação e terminou na 5ª colocação – uma à frente de Nico Rosberg. “Nada mau, velhinho!”, diria o Pernalonga.
É certo que o circuito de Spa Francorchamps facilita a vida de quem tem o mínimo necessário para ser considerado um bom piloto (imagine então de um cara que venceu o título 7 vezes e nem sempre precisou fazer muito esforço para conquistar alguns deles).
Mas (não acredito que direi isso e talvez até por isso tenha demorado tanto pra escrever sobre a prova belga), Schumacher deu show e deve ter deixado envergonhado muito piloto mais novo que ele com um carro melhor, que largou em 4º e terminou em 8º, não é?
Sim, estou falando de você sabe quem. Aquele que provavelmente preferiria correr sem pneus e em uma equipe sem mecânicos. Assim, quem sabe?, ele poderia mostrar todo o seu talento e não perderia tempo tendo que se explicar por maus desempenhos repetidas vezes.
Reconhecer o erro nem sempre é um fato comum na Fórmula 1, mas ao menos é melhor pra imagem de um piloto do que ficar com esse mi mi mi toda hora – o (mau) o exemplo dado por Barrichello ao longos dos anos parece que não foi suficiente para Massa, que vem se queimando um Grande Prêmio após o outro.
Bruno Senna, felizmente, reconheceu o erro imaturo que teve ao jogar fora a ótima sétima colocação conquista no treino de classificação. “O comportamento de um carro com 150 quilos de gasolina é muito diferente, bem como o uso dos freios. Infelizmente, tive de aprender tudo isso da pior maneira possível”, comentou mais tarde.
Não que alguém esperasse uma grande corrida de Bruno, mas foi extremamente frustrante ver a boa posição de largada ir pras cucuias por uma afobação tremenda. Errou, tirou Alguersuari da prova, foi punido e ainda botou a Renault em 13º. Para quem tem que lidar há anos com a ridícula mania das criaturas que insistem maldosamente em compará-lo ao tio, eu não diria que o final de semana dele tenha sido um desastre (e você o que achou?) – mas, cá pra nós, será que o Heidfeld não fez macumba, hein? J
Vejamos o que acontecerá em Monza, semana que vem.
Para quem é de Recife e perdeu nos cinemas, hoje é uma boa chance de conferir trechos do documentário Senna, vencedor do festival Sundance no ano passado, que narra de forma emocionante os melhores momentos da carreira do tricampeão brasileiro. A Livraria Saraiva do Shopping Recife promove o lançamento oficial nesta segunda, a partir das 19h, no auditório da loja. Haverá exibição de cenas do filme (que indico para qualquer amante do automobilismo, não apenas para os admiradores do piloto, embora estes, como eu, devam ir às lágrimas), sorteio de brindes e um bate-papo.
Parte da renda da comercialização dos DVDs e Blu-Rays será revertida para os projetos educacionais do Instituto Ayrton Senna, que apoiou a realização do filme. A Saraiva conta ainda com vários outros produtos a respeito do piloto, como biografias e livros de fotografias. Uma ótima maneira de começar a semana e aproveitar a noite de segunda!
Estava conferindo minha agenda para amanhã (por questões de organização eu tenho uma) e me deparei com a marcação no trecho da data de hoje destinada a assuntos importantes: GP do Bahrein (é, eu costumo anotar as datas de treinos e corridas assim como de outras competições esportivas de que gosto na minha agenda). E aí me bateu aquele sentimento que a gente tem de que por mais que algo não seja como esperamos a gente sente falta quando não o tem.
O GP do Bahrein não é uma daquelas corridas pelas quais a gente para tudo que tá fazendo pra ver por puro prazer, mas é Fórmula 1 e a gente não consegue resistir a um Grande Prêmio por mais chato que ele possa ser, não é?
A gente quer ver.
E 2011 que poderia ter 20 corridas, “só” vai ter 19 (a menos que eles consigam encaixar o Bahrein naquela folga grande do mês de agosto).
A esta hora a gente ainda podia estar discutindo em blogs, twitters, facebooks, MSNs e afins da vida a largada, lambanças, pontos positivos e negativos da prova.
Mas não.
Seguimos na chata contagem regressiva.
Faltam 11 dias.
E minha agenda ganhou uma observação na data de hoje.
O grid 2011 da Fórmula 1 foi completado hoje. Aí sim estava na hora de voltarmos com nossa programação normal. Não gostamos dessa fase entre temporadas. Não somos de ficar reproduzindo notícias que você pode encontrar em portais, sites e outros blogs.
Cair no falatório da imprensa enquanto os carros não estão na pista também não é o nosso forte. Podíamos ter aparecido quando do acidente do Kubica, mas também não somos levianas de fazer prognósticos numa área tão importante e desconhecida por nós quanto essa da saúde.
Também não fomos levadas pelo ufanismo em torno da possibilidade (?) do Bruno Senna pilotar no lugar do polonês. Era óbvio que a vaga ia ser de um piloto mais experiente e com mais patrocinadores. Lamentamos a suspensão do GP do Bahrein, muito mais porque isso significou que a estreia da temporada foi adiada do que pela corrida em si. Para nós, é na Austrália que a Fórmula 1 sempre deveria começar.
Então, cá estamos de volta.
Sem tempo, como sempre, mas com a mesma vontade de ver os “carrinhos” na pista e curtir essa nossa paixão como a gente mais gosta: sem obrigações e com muita alegria.
Esperamos que tudo tenha corrido bem a todos os nossos leitores nesses últimos meses e que outros ainda melhores estejam por vir.
Filmes sobre ou envolvendo o automobilismo não são novidades – nós até já falamos sobre isso aqui, mas havia um que se não era tão aguardado já fora bastante especulado. Seu nome é simples, diretor e por si só (quase) autoexplicativo: Senna, o filme. Entretanto, ao contrário do que se divulgou ao longo destes 16 anos, não houve atores fazendo o papel do tricampeão ou de qualquer outra pessoa importante na vida e na carreira dele.
Criado no formato de documentário, Senna, o filme tem cerca de 90 minutos de duração e começa e termina com imagens da época pré-Fórmula 1 dele. Talvez por isso mesmo tenha criado a expectativa na cabeça de algumas pessoas de que o que elas encontrariam diante de si fosse um revival total dos grandes momentos da carreira de Ayrton nas pistas do mundo. E não é.
Fiquei com a impressão de que o diretor Asif Kapadia e o autor Manish Pandey se concentraram em três temas maiores para fazer o documentário sobre Senna: a religiosidade do piloto, o duelo contra Prost e sua notória obsessiva busca para atingir suas metas. Para abordar cada um deles, depoimentos foram incluídos: da irmão, Viviane Senna; de Ron Dennis, do Dr. Sid Watkins, de comentaristas da TV inglesa e de Reginaldo Leme. Mas somente nos comentários de Prost você via quem estava falando. Em imagens de 88 a 94, Prost aparece na tela quase tantas vezes quanto o próprio Senna.
Do famoso episódio no GP de Mônaco de 1984, no qual dividiram o pódio pela primeira vez, até aquela última prova da temporada de 1993 na Austrália, quando ambos fizeram a derradeira dobradinha, a coexistência recheada de pegas, declarações e momentos inesquecíveis entre eles sem dúvida alguma é a parte que mais agrada do mais ardoroso fã do Senna ao simples apaixonado por corridas de Fórmula 1.
Aliás, fazer aflorar um velho e conhecido sentimento no espectador, dando a ele a possibilidade de reviver um passado longínquo há pelo menos 17 anos, é um dos méritos do documentário. E, de repente, é como se a poltrona da sala de cinema fosse um assento em uma arquibancada qualquer em Interlagos, Suzuka ou naquele sofá da sua casa de onde você viu algumas daquelas corridas mostradas ali na tela grande.
Nos vemos torcendo novamente. Nos vemos nos divertindo novamente. Como se já não soubéssemos qual seria o final daquelas provas.
Particularmente, sempre que revejo as cenas do GP Brasil de 1991 e do GP do Japão de 1988 eu simplesmente não consigo evitar a emoção. Na telona, com carros e pistas ocupando todo o espaço e o sistema de som ampliando a potência dos motores, as vitórias de Senna naqueles dias me pareceram ainda maiores e mais magníficas.
Pena não haver, então, mais cenas das corridas memoráveis como em Donington Park 1993 dirão muitos. E é verdade! Mas acredito que o foco do filme não era a carreira de Senna como piloto e talvez a proposta da produção acabasse se desvirtuando e talvez caísse na repetição de compactos de Grandes Prêmios que já vimos em DVDs como Os Anos do Tri, lançado pela Editora Abril há alguns anos.
Além disso, a mim me parecia meio óbvio apelar para muitas corridas pelo fato de ele ter sido um piloto. Recentemente, por exemplo, vi na ESPN um documentário sobre o ex-jogador de basquete Vlade Divac. Lá pouco se mostrou de partidas importantes de sua carreira (e ele foi campeão mundial, europeu e vice-olímpico porque não conseguiu bater um tal de Dream Team). Grande parte da biografia de Divac abordou o lado humano, especialmente o que aconteceu com ele a partir de um gesto impensado que teve ao conquistar o título mundial dias antes de estouro da guerra na Iugoslávia.
Assim como no mini filme sobre Divac, em Senna não se deixou de falar sobre o homem, o profissional e a modalidade esportiva.
Nas duas sessões que acompanhei (no primeiro e no último dia de exibição em Recife), vi um público composto mais de fãs do tricampeão. Ao final da primeira, a platéia demorou a sair da sala. As cenas do (sempre direito maldito) acidente em Ímola e do funeral nos prendia às cadeiras como que para nos recompor. E houve aquele silêncio pesado entre os presentes que me deixou a impressão de que, passe o tempo que for, aquele final de semana trágico ainda seguirá comovendo as pessoas como se tivesse acabado de acontecer.
E olha que não houve Tema da Vitória ou Canção da América, músicas usadas ao extremo naquele maio de 1994 – o que, aliás, cá para nós, já pode ser considerado um ponto positivo também, não é?
Talvez a inversão dos acontecimentos no documentário tivesse sido melhor. Dessa forma, quem sabe?, terminar com as maravilhosas imagens da câmera on board do carro de Senna nas ruas estreitas de Mônaco evitasse que aquela senhora de seus quase 70 anos não soluçasse tanto e deixasse a sessão aos prantos antes mesmo dos créditos finais aparecerem enquanto sua filha a chamava insistentemente.
O fato é que Senna, o filme se transformou para mim numa experiência muito gostosa ao me possibilitar rever algumas imagens da minha época favorita da Fórmula 1.
Ri e chorei de saudade daqueles tempos.
E como uma boa F1 Girl saí de lá me perguntando: por que não lançam no cinema filmes sobre cada temporada da categoria? Se existem filmes oficiais sobre as Copas do Mundo, por que não de Fórmula 1?
Transcrevemos abaixo a entrevista de Sebastian Vettel ao Formula1.com:
Como você se sente?
Ainda é difícil de acreditar. Não caiu a ficha e tantos pensamentos passam por minha mente. Quando eu estava na última volta – eu nunca estive tão lento antes nessa hora – tantas imagens passaram na minha cabeça. Desde os primeiros dias com o meu pai no kart e, finalmente, a Fórmula 1. Que aventura! Estou muito orgulhoso por estar aqui – e de ter conquistado o título!
Você é o mais jovem campeão de Fórmula 1. Você estava ciente de que?
Não muito. No momento, eu ainda estou feliz por estar aqui. Por estar em um esporte que é visto em todo o mundo – e estou certo que mais pessoas estavam diante da televisão hoje – é tão excitante e eu realmente não me acostumei com isso. Como você ficou tão tranquilo?
Não havia uma receita especial. Eu tento me concentrar em mim mesmo e não deixar que os outros me distraissem. Quando funciona eu fico feliz e quando não, eu só tenho a argumentar comigo mesmo. Mas não me interpretem mal, não era uma situação fácil. Há um certo nível de stress lá. Você fica nervoso e você passa por determinadas situações, mas no final você tenta manter a cabeça centrada e se concentra apenas nas condições imediatas. Isso foi o que eu fiz durante toda a corrida. Claro que eu estava na liderança e eu acreditava piamente que iria ganhar a corrida, mas o que eu não sabia era se esta vitória seria a passagem para o campeonato.
Vitaly Petrov, Robert Kubica e Nico Rosberg irão receber um extra de Red Bull esta noite?
Ah, eu tenho certeza de que somos capazes de arrumar algumas bebidas para eles! É engraçado, porque no caminho para Abu Dhabi, eu estava em um avião com alguns caras da Mercedes GP e nós brincamos dizendo que eles deviam ocupar o quarto e quinto lugares. Nico chegou em quarto lugar então obviamente funcionou!
Na próxima temporada, seu carro terá com o número 1. Como se sente?
Eu nem sequer pensei nisso. Há tantas impressões e pensamentos tomando conta da minha cabeça, e acreditem, o número do meu carro no próximo ano não está entre eles. Estou muito orgulhoso de estar com esta equipe – uma equipe com um espírito fantástico e pessoas fantásticas. Ser parte dela e juntos conquistar uma vitória tão grande – na verdade duas grandes vitórias com o campeonato de construtores no Brasil – é tão especial, e eu me sinto muito grato.
O Conselho da FIA se reuniu hoje de manhã para discutir o “caso Renault” e decidiu o seguinte:
- a não-suspensão da Renault fica condicionada ao seu comportamento nas pistas até 2011. Ou seja, se for reincidente nesse período, aí sim ela será suspensa;
- a Renault vai pagar os custos da investigação fará uma doação para os trabalhos de segurança da FIA;
- por um período ilimitado Briatore ou qualquer profissional, equipe ou evento ligado a ele não terá aval da FIA. Em outras palavras, Briatore tá fora da Fórmula 1 e de qualquer categoria ligada à FIA seja de forma direta, seja como empresário de piloto seja como membro de alguma escuderia (e pilotos e escuderias com contrato com Briatore também não serão aceitos),
- ainda sobre Briatore, ele não poderá entrar em nenhuma área sob a jurisdição da FIA mesmo como convidado. De acordo com a FIA, isso se deve pelo fato da gravidade do ocorrido em Cingapura e porque ele continua insistindo que não teve nada a ver com aquilo,
- Pat Symonds tomou um gancho igual ao de Briatore só que por um período limitado a cinco anos,
- Nelsinho Piquet teve a delação premiada confirmada, ou seja, saiu ileso de qualquer punição,
- Sobre a participação de Alonso, a FIA concluiu que o espanhol nada sabia sobre o ocorrido.
Resumindo: a denúncia caiu como uma luva para o povo da FIA que queria ver a cabeça do Briatore rolar.
Guilhotina acionada, vejamos agora qual será a resposta para a pergunta que ainda não tem resposta: como será o destino de Nelsinho Piquet na categoria?
Eu vejo duas saídas pra ele para que regresse à F1: equipe montada pelo pai ou um bom patrocinador carregado de dinheiro. De agora em diante, com a absolvição da FIA, vamos ver o quanto, e se de fato, a imagem do brasileiro foi arranhada.
Nunca escondi meu amor pela Lotus e sua história, mas lendo as notícias sobre sua volta fico receosa sobre a qualidade do que irá ser apresentado. Sim, estou feliz pela volta da equipe e talvez este seja apenas um sentimento bobo, porém não consigo evita-lo. Resta torcer para que a nova escuderia, que será comandada por Tony Fernandes, não faça feio no grid a partir da temporada 2010.
De acordo com o Formula1.com, a nova Lotus ficará instalada inicialmente em Norfolk, perto da fábrica da própria Lotus e não na Malásia, país pela qual correrá a equipe. Aliás, o retorno da equipe é creditado a uma parceria entre o governo e um consórcio malaio. Daí, é certa a inclusão de dois pilotos da Malásia entre os seis que devem ser anunciados no final de outubro para trabalhar para a equipe – vem daí um dos maiores motivos de meu temor.
Tony Fernandes é fundador e CEO da Tune Group da Malásia, proprietária da companhia aérea Air Asia. Mike Gascoyne, figurinha já tarimbada no circo da Fórmula 1, será o diretor técnico da equipe.
Na volta das férias da Fórmula 1, a McLaren mostra força e faz dobradinha na primeira fila do grid para o GP da Europa, que acontece amanhã, a partir das 9h. O atual campeão do mundo, Lewis Hamilton, mostrou bastante consistência e foi mais rápido em quase todos as etapas do treino. Seu tempo de 1min39seg498 lhe garantiu a 14ª pole position da carreira, a primeira desde o GP da China do ano passado. Durante todo o treino, o inglês só rodou 15 voltas, sendo cinco no Q1, quatro on Q2 e seis no Q3.
A pole de Hamilton foi ameaçada por (acreditem) Kovalainen (!), que nesta semana andou recebendo puxão de orelha da McLaren pelo fraco desempenho. O finlandês, para variar, errou e vai largar em segundo lugar depois de completar 26 voltas pelo circuito de Valencia. Rubens Barrichello abre a segunda fila e Jenson Button, a terceira. Entre os dois, Vettel segue na batalha para alcançar o líder do campeonato e é o quarto amanhã na largada.
O vice-líder na briga pelo título deste ano, Mark Webber, não passou do nono lugar, uma posição à frente de Kubica e logo atrás de Fernando Alonso. O espanhol decepcionou aqueles que apostavam que o Príncipe das Astúrias iria aparecer combustível suficiente apenas para fazer a pole. O outro piloto da Renault, o estreante Romain Grosjean mostrou para Flávio Briatore que ele continua com um piloto só e é o 14º do grid.
Badoer?
Well, o eterno piloto de testes da Ferrari bem que poderia ser apresentado ao meu professor de Português e Literatura do terceiro ano científico (sim, eu sou do tempo onde não havia esse negócio de Ensino Médio). Géber tinha mania de inverter a ordem das cadeiras na sala. Ou seja, quem sentava na última banca pensando que ficaria longe do quadro acabava se tornando o primeiro e assim todos nós estudávamos de costas para o quadro.
Já imaginou como seria o grid da Fórmula 1 invertido com todos largando de costas para a luz verde?
Enquanto você imagina, confira aí a posição de cada piloto e seus respectivos tempos:
1 – Lewis Hamilton (1min39seg498)
2 – Heikki Kovalainen (1min39seg532)
3 – Rubens Barrichello (1min39seg563)
4 – Sebastian Vettel (1min39seg789)
5 – Jenson Button (1min39seg821)
6 – Kimi Raikkone (1min40seg144)
7 – Nico Rosberg (1min40seg185)
8 – Fernando Alonso (1min40seg236)
9 – Mark Webber (1min40seg239)
10 – Robert Kubica (1min40seg512)
Ficaram fora no Q2:
11º – Nick Heidfeld (1min38seg826)
12º – Adrian Sutil (1min38seg846)
13º – Timo Glock (1min38seg991)
14º – Romain Grosjean(1min39seg040)
15º – Sebastien Buemi (1min39seg514).
16º – Giancarlo Fisichella (1min39seg531)
17º – Kazuki Nakajima, que parou com problemas no carro, (1min39seg795)
(a Globo me faz perder a classe em alguns momentos, o que me deixa mais p da vida ainda...) [Pit] 7 months ago
aquele lixo chamado Globo está mostrando só agora o pódio. enfia no rabo, todo mundo já viu e quem não viu, já sabe, seus trouxas! [Pit] 7 months ago
e vendo pela BBC, aparece o Coulthard, o que é bom pra lembrar que ele não está mais na ativa, huehuehueheuhu! [Pit] 7 months ago
na maravilhosa transmissão da BBC: "pra mim, quem venceu hj foi a Formula 1". muito verdade. [Pit] 7 months ago
na coletiva: - Quão desapontado vc está, Vettel? - Eu já falei pra mamãe, vcs vão ver! Esse Button é muito chato, bobo e feio, hunf! {Pit] 7 months ago
Alonso e Hamilton sabiam que Button era hoje o homem a ser batido. :-P [Pit] 7 months ago
ufa... já ia sugerir que mandassem todos os troféus da temporada pra casa do pro Vettel pra facilitar a logística. Obrigada, Button!!! [Pit] 7 months ago