Ok, a próxima corrida será à noite, em Cingapura. Diferente, interessante, mas cabem umas perguntinhas: Quanto vai custar o projeto de iluminação do autódromo? Que exemplo isso passa para a sociedade? A Honda, aquela mesma que, principalmente no ano passado, falou tanto sobre o meio-ambiente, salvar a Terra, blablabla, pensa o quê? (ou já tem preocupação demais com o carro desta temporada?
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É realmente necessário fazer tudo isso? Ok, a F1 é um esporte que gasta muito e eu gosto (não dos gastos, claro, mas do esporte), mas não parece um pouco de exagero (fora os que já têm e somos acostumados a ver, como, por exemplo, os motorhomes extragavantes)? E essa manobra toda é só por causa do público europeu? Ah, vá! Nunca ouvi falar de gente que morreu porque assistiu corridas em um horário atípico. Sei lá, viu? Sei lá…
Olha, eu preferia que o dinheiro gasto em coisas extremamente supérfluas como essa – nem serei aqui utópica de pensar em caridade e tais neste caso, senão abriria uma discussão infindável – fosse empregado em melhoria de autódromo, em descontos nos ingressos ou em incentivo para alguma equipe menor. Claro que vou assistir e curtir a novidade, mas já estou com a sensação de estar trajando um vestido de festa só para sentar no sofá da sala e comer pipoca. Sabe aquela coisa de “precisa disso tudo mesmo”?
O que vocês acham?
Pit (que não é ativista do Greenpeace ou do WWF, não é vegetariana, tem carro, usa papel e consome enlatados, mas que também não fuma, viaja de ônibus sempre que pode, usa os dois lados da folha, separa o lixo reciclável e apaga a luz para dormir. Gente normal, que quer ter água para beber e ar para respirar daqui a 50 anos).
Escrito por f1girlsonline 