GP Brasil: agora só com R$1.440

25/03/2009

É isso! Amanhã, os motores voltam a roncar na Fórmula 1 (e se você tiver acesso ao Sportv, lembre-se que o canal vai transmitir os dois primeiros teinos livres). A gente já respira com mais intensidade tudo o que envolve o mundo da F1 e aí fui dar uma espiadinha no site do GP Brasil para ver se o setor que andava namorando ainda tinha ingresso, já que o setores mais populares e o meu amado Setor B estavam com lotação esgotada.

O local em questão era o Setor F, com vista para a descida do S do Senna, da saída dos boxes e reta oposta. Como o danado custava R$ 994 reais pelo acesso aos treinos de sábado e à corrida no domingo e não tinha se esgotado rapidamente como os que citei aí em cima, tinha esperança de que poderia comprá-lo. Pois é. Eu tinha.

GP Brasil in loco agora só pra quem puder pagar, pelo menos, R$1.440,00 por dois dias no Setor V (final da reta oposta) ou R$2.120,00 pelo Setor E (final do S do Senna). A menos, claro, que você tenha outras formas de entrar, o negócio vai ser ver pela TV novamente. Buaaaaaaaaaaa


A síndrome da última volta

03/11/2008

Lá pelos idos de 1986, quando o Ayrton ainda estava no comecinho da carreira e eu, então com 14 anos, já roía as unhas em frente à televisão nos domingos, encontrei uma menina paulistana na quadra do colégio. Ambas recém-chegadas a Recife (eu vinha de Campo Grande), ambas ainda tentando se adaptar na cidade/escola nova, eu e a Marcia descobrimos algo mais em comum: a paixão pela Fórmula 1 – e por um certo Senna, que, em plena época Piquet, ainda era apenas uma promessa. Entre vários amigos “Piquetistas”, nós dávamos a nota do contrário – batíamos o pé e sustentávamos: “o Ayrton é muito melhor!” E estávamos certas.

Não me lembro qual foi o GP, nem qual foi a situação. Mas um dia, conversando sobre uma corrida, a Marcia comentou que a última volta era sempre a pior da prova. Não importava se o piloto para quem você estava torcendo estava na frente, no meio do pelotão ou lá atrás: tudo pode acontecer naquele minuto e meio. Tudo. Motores estouram, a gasolina acaba, o pneu arrebenta, o piloto erra, algum maluco vem de trás e causa um acidente. Quando você torce, a última volta é a mais cruel. E nós passamos por isso tantas vezes. Naquele GP do Brasil, por exemplo, em que o Ayrton só tinha a primeira e a sexta marchas, e quase não aguenta chegar à bandeira quadriculada. É um tremendo test-drive para o coração. É a “síndrome da última volta”.

Ontem, ao ser perguntada pelo repórter da Globo, durante a transmissão do GP, se eu estava nervosa, respondi com uma pequena explicação sobre a “síndrome da última volta” e, olhando de relance para a TV para ver quantas voltas faltavam, completei “agora, é a síndrome das 23 voltas”. Como a Gil bem disse, não era um caso de torcer contra o Massa. Eu torcia pelo Hamilton. Pela minha equipe do coração, a McLaren (a equipe do Ayrton, sempre). Sob os olhares espantados dos garçons, eu e a Gil – apoiadas pela Dea, que torce pelo Kimi desde criancinha, mas que ontem se juntou à nossa torcida – só queríamos que as coisas ficassem exatamente como estavam: Massa em primeiro, Hamilton em quinto. Um venceria em casa, outro levaria o título. Ambos merecedores.

Mal sabíamos nós o que viria pela frente, muito embora eu e a Gil tenhamos experiência com Interlagos sob chuva, onde tudo pode acontecer, e acontece – estávamos lá em 2003, quando o dilúvio interrompeu a corrida na 52ª volta, quando Alonso, terceiro colocado, não subiu ao pódio porque tinha ido pro hospital, e quando o vencedor Kimi teve que ceder o troféu a Fisichella no GP seguinte por causa daquelas regras complicadas que a FIA inventa. Ontem não foi diferente. E se eu não enfartei naqueles 38 segundos finais, meu cardiologista pode ficar descansado, porque eu não vou precisar mais dos serviços dele.

38 segundos. Quando o Vettel ultrapassou a McLaren – que visivelmente já não se aguentava muito bem na pista encharcada – eu apertei a mão da Gil e pensei “acabou”. O Hamilton não ia conseguir passar o alemão na subida. O carro não tinha condições. O restaurante inteiro aos berros, e eu parada em pé em frente à TV, incrédula. Mas enquanto todos comemoravam, eu e as meninas estávamos de olho na classificação. Massa em primeiro. Alonso em segundo. Não conseguíamos ouvir a narração da TV porque o barulho da torcida em volta era ensurdecedor. Kimi em terceiro (Dea, de tão nervosa, nem comemorou). Vettel em quarto. Hamilton em quinto… e minha ficha caiu: cadê o Glock? Eu poderia jurar que tinha visto o Hamilton ultrapassar alguém, e cheguei a achar que tinha sido o próprio Vettel, mas a Gil tinha apontado pro carrinho azul na frente da McLaren. Só que eu tinha me esquecido de que o Glock estava com pneus secos. No final das contas, a única pessoa da mesa que viu o que aconteceu foi o Expe, noivo da Gil, que assegurava que o Glock tinha errado ou escorregado – e não aberto pro Vettel e pro Hamilton passarem.

Justiça seja feita: Massa fez uma corrida impecável. Mas Hamilton provou, principalmente nas etapas finais do campeonato (se descartarmos aquela largada afobada no Japão), que amadureceu com o golpe do ano passado. Ter o título na mão e perdê-lo – logo no primeiro ano de F1 – deve ter ensinado ao inglesinho que às vezes esperar e ter paciência é a chave; e ontem, com um desempenho burocrático que passa longe, muito longe do estilo dele, Hamilton provou que aprendeu a trabalhar melhor sob pressão – embora ainda lhe falte um certo auto-controle. Mas ele só tem 23 anos. Isso foi só o começo.

E faltam 146 dias pra tudo começar de novo. E 2009 promete. Massa não vai deixar passar essa fácil, eu presumo. Kimi, espero, vai parar de hibernar. Alonso, ao que tudo indica, não está contente só com dois títulos. E com Kubica, Vettel e, possivelmente, Bruno Senna no grid, a temporada do ano que vem deve ser de arrepiar.

38 segundos. Um ponto. Uma curva. E é por isso que a gente ama tanto esse esporte fantástico.


A dor e a delícia de ser torcedor

02/11/2008

Quando você não tem condições de estar presente em um autódromo na corrida decisiva, você improvisa. No caso da gente que compõe a sucursal recifense das F1 Girls, a nossa arquibancada foi em uma das mesas em frente a uma das telonas do restaurante Estrela do Mar, na beira-mar de Olinda. Dea, vestida com a versão 2006 da camisa do nosso antigo blog; Viviane com uma blusa comemorativa da McLaren em homenagem a seus grandes campeões (e no caso dela, era a do Senna) e eu com aquela camisa branca com o duplo S do Ayrton.

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(Dea, apesar de torcedora de Kimi, hoje estava com a cabeça na McLaren)

Ao redor da mesa onde estávamos dividindo com Expe (meu noivo) – mas a uma certa distância – todo o restante da torcida brasileira. Nós não estávamos torcendo contra o Massa. Estávamos torcendo pelo Hamilton. No meio disso tudo, a Globo Nordeste para fazer matéria sobre a decisão do campeonato, e aquele nervosismo típico que bate na gente quando nós estamos ansiosos.

O toró que caiu minutos antes da largada foi comemorado por nós, porém porque acreditávamos que a largada seria com o Safety Car e a probabilidade de alguém botar o Hamilton pra fora de propósito chegava a zero. Mas o SC não foi necessário e prendemos a respiração quando todos os carros chegaram pela primeira vez no S do Senna.

Vimos que a corrida ia ser limpa ali, quando o Alonso meio que se afastou do inglês como quem quisesse deixar claro que ele não tinha a menor intenção, na prática, de ser pivô de algum lance decisivo para o campeonato. Algumas voltas depois, lá estava o Hamilton brigando com Fisichella (!!!!) pelo quinto lugar. Fomos só nós ou mais alguém também achou que os pneus dos carros de ambos iriam se enroscar e o pupilo de Ron Dennis ia cair fora da prova?

Depois disso, a corrida se arrastou. Sejamos honestos: a movimentação maior estava na cabeça dos torcedores e dos pilotos que podiam ser campeão. Quem estava “do lado do” Massa imaginava se algo não ia mesmo acontecer para que o Hamilton perdesse o título, garantido naquela sua quinta colocação. Quem “estava com” o Hamilton pensava faltava pouco para a consagração final. Na pista mesmo, não houve nada que me pareceu digno de registro além das saídas de Coulthard e de Nelsinho Piquet.

Faltando 23 voltas, pedimos suco de maracujá. No meu caso, porque os guardanapos já estavam acabando de tanto que os picotei. O zum zum zum de que a chuva viria começou a aumentar.

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(Tomando suco de maracujá para nos acalmar, perto do fim da prova)

19 voltas…

15 voltas….

10 voltas…

A chuva veio, sim, eu achei que Massa não conseguiria voltar em primeiro. Achava ser essa a melhor chance pro Hamilton, porque eu o via totalmente passageiro no carro. Mas o brasileiro tinha uma boa vantagem e não saiu da posição que lhe foi sempre de direito durante toda a corrida. Massa não tomou conhecimento dos demais adversários, guiou como campeão hoje e só não o foi por um quase.

Um detalhe.

Uma coisinha que foi deveras corriqueira ao longo da temporada: o erro.

Vettel, que passeou em Interlagos como se veterano o fosse, empurrou para o inferno o sonho de Hamilton a uma volta e meia do final (eu aliás, achei que aquela já era a última volta e aqueles os últimos metros).

Por todo o restaurante ouviu-se o grito de euforia da torcida brasileira, tão contido durante as 70 voltas anteriores.

“Brasil!”

“Massa!”

“É campeão!”

A vibração chamou a atenção dos cinegrafistas da Globo que focalizaram aquele pessoal e depois viraram-se para o nosso lado, onde, atônitas, tentávamos entender o que havia acontecido.

Não vou esquecer nunca da comemoração do cinegrafista quase que tirando onda da gente (o pessoal ficou meio indignado com nossa torcida), maaaaaaaaas… quando Massa passou em primeiro, todos enlouqueceram, nós ainda continuamos acompanhando a tela, porém incrédulas ainda. Eis que Expedito grita do meu lado que o Hamilton tinha acabado em quinto. Todas nós começamos a gritar quase ao mesmo tempo quando vimos a relação da posição de chegada dos pilotos e o restante do restaurante se calou.

Eu confesso que, por muito tempo depois, eu acreditei que o Glock abriu pro Vettel e pro Hamilton como se não tivesse a menor vontade de se meter na briga, quase tomando uma posição de retardatário na pista. Fiquei com a sensação de que se alguém me perguntasse: “você viu a decisão do campeonato?”, eu diria não. Porque realmente, eu não vi.

Você viu?

Focalizaram o Felipe Massa, a família dele enlouquecida e de repente aparece o Hamilton em quinto. Acho que ficamos tão entorpecidos pelo inesperado da situação ali, no finalzinho, que não vimos mais nada, como se os carros que ainda estavam na pista já estivessem volta de desaceleração.

Vibramos.

Comemoramos muito.

Mas deu pena do Felipe Massa.

O título do Hamilton veio da pior forma possível. Se ele não tivesse sido ultrapassado pelo Vettel teria sido menos dolorido pro brasileiro.

Mas o “se” não joga e quis o destino hoje, este sim, jogar com as emoções de todos que estavam acompanhando o GP Brasil.

Tanto todos nós que respiramos Fórmula 1 durante todo o ano como aqueles telespectadores de plantão.

Achei justíssimo o título do Hamilton, principalmente porque eu não ia aceitar o fato do Massa ser campeão por conta de ter uma vitória a mais, pelo simples motivo de que ia sempre fazer referência à vitória retirada de Hamilton e dada ao Massa.

Que eu acho o Hamilton melhor piloto que o Felipe, eu acho, contudo Massa deu a volta por cima este ano e se começar a temporada melhor em 2009 que foi este ano e em 2007, tem muitas chances de conquistar o título ano que vem.

A todos nós coube a felicidade de termos vivenciado um dos momentos mais emocionantes da história da Fórmula 1 seja em um restaurante, seja lá em Interlagos, seja na própria casa, na casa do vizinho, em cima de uma laje perto do circuito, seja no trabalho.

O resultado da prova foi ótimo para quem venceu (afinal, ri melhor quem ri por último), mas acho que vencemos todos nós que mesmo depois de anos e anos de marasmo sempre mantivemos nossos olhos atentos às pistas dos quatro cantos do mundo.

Que venha 2009, com muito muito mais!

Como o coração ainda está acelerado e está prestes a começar o replay da prova em compacto no Sportv, vocês me dão licença, mas vou dar uma saidinha.

Nos próximos dias, a gente vai publicar o histórico resumido da temporada deste ano para completar a seção História da F1, que temos aqui no site, entre outros tópicos.

Afinal, acaba de começar o período de abstinência e carros na pista agora só no final de março:(


Interlagos/2006

02/11/2008

A essa hora, em 2006, estávamos lá em Interlagos eu, Gil e Elo. Foi a primeira vez em que assisti um GP no autódromo.
Confesso que a experiência de madrugar, ir pro autódromo, voltar (putz, que lugar longe!!) foi bem cansativa (né, Elo? :P ), mas depois que você vai, a vontade é de sempre ser espectador.

Em 2006, vimos a aposentadoria do alemão…
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… vitória do Massa, sei lá depois de quanto tempo que um brasileiro não vencia por essas bandas. Mesmo não torcendo pra ele, foi legal ver um pivetinho pulando desesperadamente na minha frente.
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… e o, bastante comemorado por nós, bicampeonato do Alonso.
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Autoracing

Essa era a minha vontade hoje: estar lá. De preferência, com as garotas! ;)

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F1Girls em Interlagos/2006

Mas como esse ano não pudemos estar lá, a trupe de Recife estará reunida por aqui mesmo para conferir a última etapa do mundial. Por isso, não teremos atualizações logo após o GP (a não ser que a parte paulista ou árabe do blog dê algum sinal), só mais pro fim do dia! ;)


Alonso é o mais rápido do dia em São Paulo

31/10/2008

Nem Hamilton nem Massa. Fernando Alonso conseguiu, no finalzinho do segundo treino, bater os favoritos e ser o mais rápido do dia lá em Interlagos. Com 1min12seg296, o espanhol deixou para trás o brasileiro – que, aliás, dominou praticamente toda a sessão – por 0.057, tendo rodado duas voltas a mais (43 a 41).

Trulli foi o terceiro (1min12seg434), Raikkonen apareceu em quarto (1min12seg600), Mark Webber foi o quinto (1min12seg650), Sebastian Vettel foi o sexto (1min12seg687), Nelsinho Piquet, o sétimo (1min12seg703); Nico Rosberg, o oitavo (1min12seg761), e só então Lewis Hamilton aparece na tabela, com o tempo de 1min12seg827.

O inglês travou pneus várias vezes no Bico do Pato (o dianteiro direito) e no S do Senna (o dianteiro esquerdo) e em nenhum momento se mostrou páreo (ou disposto) a ameaçar o tempo de Massa. Treinando ou adaptando o carro para dar o bote amanhã em domingo? Pode ser, mas que foi de espantar como a McLaren foi apagada nesse treino, ah foi!

Barrichello terminou em 16º lugar, com 1min13seg221 e houve um instante no qual parou para dar passagem a outro carro, em volta rápida, que deu a entender que seu carro tinha problemas e ele estaria parando (sim, eu sei que o carro já tem problemas, mas aquele sentimento de pena começava a surgir).

O companheiro de sofrimento, digo de equipe, Barrichello foi apenas o 18º, com 1min13seg341 e foi, junto com Nick Heidfeld os dois que mais deram volta no circuito: 49 no total.

Amanhã a decisão do campeonato começa a tomar forma de vez com o treino de classificação. Para quem estiver lutando pelo título, o ideal é fugir do meio do grid. Do contrário, ali no S do Senna…

Bom, façam suas apostas.

Algo me diz que Massa deve ganhar a prova e que Hamilton já está jogando mesmo pelos pontos necessários.


Minhas lembranças do GP Brasil (III)

30/10/2008

E antes de nos concentrarmos de vez na decisão do próximo domingo, deixem-me contar algumas coisas que marcaram minha ida aos GPs Brasil de 2003, 2004 e 2006.

2003
Coisa de um ano antes eu tinha conhecido a Viviane. Meu namorado sempre dizia que eu e ela íamos nos dar bem por conta do nosso interesse pela Fórmula 1 e ódio pelo queridinho de Miss Pitlane. Daí, ela se empolgou pra ir pra Interlagos em 2002 depois das dicas que dei a ela e em 2003 nós fomos juntas. Acabamos nos encontrando em Congonhas, porque eu estava de férias no Rio e peguei a ponte aérea pra lá. Lembro até hoje de ter saído do Rio com um sol de 30 graus às 7h e, portanto, estava trajando sandálias rasteirinhas, blusa de alcinha e uma bermuda e, quando cheguei em Sampa o tempo estava nubladíssimo. Resumindo: não só ela como creio que todo mundo no aeroporto estranhou meus trajes.

Ela, no entanto, estava mais preocupada era em me contar como havia sido o grande dia. E se você sabe que ela é fã da família Villeneuve já deve imaginar que isso significa que ela fez plantão no hotel e só sossegou quando tirou fotos e entregou presentinho pra Jacques.

De lá, fomos para Interlagos onde acabei conhecendo mais garotas que gostavam de Fórmula 1 (é sempre bom você saber que não está “só” no mundo).

No sábado, o autódromo quase veio abaixo com a pole do Rubinho. Foi a primeira vez desde que estive lá que vibrei, de verdade, com o primeiro lugar de um piloto. Depois disso, nos esprememos em um carro com o pessoal que estava com as meninas e acabamos ficando presas em um engarrafamento na Washington Luis. Foi quase uma hora paradas no mesmo lugar. Lembro de que quando saí do carro, minha perna esquerda estava tão dormente que só vi que estava descalça porque as meninas mostraram (vá por mim, se o carro só suporta 5 pessoas não adianta botar mais, alguém vai sofrer).

No domingo, meu humor azedou com o dilúvio e meio que caiu em Interlagos. Até porque, apesar do setor B ser coberto, tinha goteiras no teto (felizmente, em 2006, o teto já estava reformado). Além disso, isto significava dizer que a largada seria com lançada o que eu não gostava de jeito nenhum (eu prefiro o modo tradicional mesmo).

Pelo menos, o alemão não tinha largado bem e para a nossa imensa felicidade abandonou a prova na 27ª volta. Neste momento, aliás, a Viviane – que estava lá em cima e eu com o nariz como de costume encostado no muro lá na frente – começou a gritar: “Gil!” “Gil!” “Gil!” “Gil!” Eu só ouvi quando um grupo considerado de pessoas acabou ajudando ela e todos começara a gritar “Gil!” “Gil!” “Gil!” “Gil!”

Eu olhei pra trás e ela estava “apenas” indicando que o alemão tinha se dado mal.

De fato, um instante de felicidade total, geral e irrestrita:P

No final da prova, ainda houve o acidente com o Alonso. Dias depois, o resultado da prova, aliás, foi corrigido e a vitória foi dada a Fisichella. Em suma, pela primeira vez a gente viu a pole que queria e não precisamos encarar o MS no pódio. Ou seja, nosso ingresso valeu demais cada centavo!

2004
Depois de quatro anos de namoro, Expedito resolveu encarar comigo a corrida. Ele gosta de Fórmula 1, mas é mais chegado mesmo em futebol. Mas isso, claro, óbvio e evidente, não explica o fato de ele ter DORMIDO enquanto os carros passavam a toda velocidade nos treinos do sábado. Sim, ele conseguiu essa proeza!!!!!!!!!!

E, não, eu não lembrei de tirar foto. Acho que fiquei tão chocada que deu branco. Oficialmente, ele me disse que a programação do sábado tinha intervalos muito grandes e o mormaço forte o deixaram com dor de cabeça e daí o soninho providencial. Pelo menos ele não perdeu o treino oficial e pudemos vibrar com mais uma pole position do Barrichello depois de um bom pega com o Montoya (Raikkonen foi o terceiro e Massa, o quarto!).

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(depois da pole do Rubinho)

No domingo, o setor B lotou logo cedo. Lembro que quando cheguei lá, já tinha gente “no meu lugar” (no primeiro degrau exatamente em frente ao pole). Expe acabou fazendo amigo com os caras e daqui a pouco um grupo de brasileiros se formou tentando descobrir a nacionalidade dos turistas. Quase todo mundo achava que eram alemães pela cor da pele e pela torcida. Quando ouvi que falavam inglês, eu perguntei a uma das mulheres e ela respondeu o que ninguém esperava: África do Sul. Eles tinham ido pra Sampa num vôo fretado. Coisa pouca.

Danado foi eles dizendo que era a primeira vez que tinha ido pra Interlagos, que esperavam mais e que preferiam Sepang porque era mais bem estruturado (é nada!). Um deles tinha uma jaqueta linda da Renault e Expe perguntou onde ele tinha comprado. “Paris”, respondeu todo cheio de pompa o turista.

Não lembro se o “intercâmbio” continou depois dessa…

Sobre a prova, não achamos lá essas coisas apesar da variedade de líderes. Legal mesmo foi o pessoal da Jaguar antes da prova com o burrinho do Shrek protestando contra o fechamento da equipe. Aquele foi o primeiro ano que o GP Brasil fechava a temporada. Além disso, o Salão do Automóvel estava muito bom neste ano e ainda visitamos a Senna Experience, excelente exposição no Shopping ElDorado feita pelo Instituto Ayrton Senna.

2006
Reunião de F1 Girls. Foi a primeira vez que encontrei a Elo pessoalmente e já foi pra ficar hospedada na casa dela!:P Como ela mora em Miami, é meio complicado para ela participar dos nosso F1 Girls Meeting. Entonces, eu e Dea nos alojamos por lá. O primeiro encontro, na verdade, foi lá no Salão do Automóvel. Depois passamos algumas horinhas dando uma roupagem legal paras as camisetas das F1 Girls que mandamos fazer.

Fomos dormir tarde pra caramba, mas valeu a pena. Assim como foi óooooootimo ver o alemão se dando mal na luta pela pole. Aliás, bem mal. Era o 10º do grid, Massa foi o mais rápido do dia e Alonso, com a taça na mão, ia largar em quarto. Reparem bem na cara de felicidade da gente.
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Encontramos algumas meninas como a galera do Octeto Racing Team depois dos treinos e ciceroneamos a Armanda, que saiu de Natal para encarar a Reta Oposta sozinha, até o hotel onde ela estava hospedada. É sempre bom, repito, encontrar gente que tem afinidades com a gente, não é?

No domingo, saímos cedinho para podermos chegar no setor B e pendurar nossa faixa com toda a tranqüilidade. Afinal, era a última corrida de MS e não podíamos faltar em data tão histórica e dando aquele “apoio” para ele. Já no começo da prova, ele teve problemas, precisou entrar nos boxes e caiu para o 20º lugar. Vibração geral entre nós! Eu fiquei tão doida que olha só como ficou o vídeo que eu gravei dele indo fazer a parada dele (repare bem que não éramos apenas nós que estávamos vibrando pelo infortúnio do alemão):

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(nossa faixa de “incentivo” ao alemão ficou famosa)

O importante é que a torcida brasileira vibrou com a vitória do Massa e o Alonso consagrou-se campeão, em um final de semana onde boa parte da torcida tinha virado torcedora do espanhol:
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(foto tirada no Salão do Automóvel).

Este ano, a gente não vai, mas ano que vem, a coisa vai ser diferente.


Minhas lembranças do GP Brasil (II)

29/10/2008

Outro GP Brasil que me emocionou bastante foi o de 93.

Não tem como esquecer aquela batida do Andretti na largada, a confusão na hora da chuva onde os carros começaram a deslizar e o Prost acabou se chocando contra o carro do Christian Fittipaldi ali nas imediações do S do Senna, do “drible” que o Ayrton deu no Damon Hill (até hoje eu caio na risada quando vejo as imagens e lembro dele explicando como foi)…

… nem muito menos dá para esquecer aquele momento de consagração total dele celebrando no meio da galera a vitória (ai, como eu gostaria de ter estado ali):

Nove anos depois da primeira e sete anos após esta vitória do Senna em Interlagos, lá estava eu realizando um grande sonho: acompanhar o GP Brasil in loco. Infelizmente, não pude estar presente nos momentos de glória, mas em 2000 Barrichello estava estreando na Ferrari e aquela esperança de que o período de vacas magras havia sido deixado para trás fez Interlagos se vestir de vermelho naquele final de semana.

Como disse no post anterior, eu fui sozinha e tinha ingresso pros três dias no setor B.

Era a primeira vez que viajava para São Paulo e eu xinguei a cidade com todos os palavrões que eu conhecia e pude imaginar quando me deparei com um engarrafamento monstro no trajeto Congonhas-Autódromo. Eu lembro de ficar esticando o pescoço para frente para tentar imaginar se aquele tormento estava perto do fim e, portanto, se estava perto do circuito. Tudo em vão. Eram carros e mais carros e nenhum sinalzinho de Interlagos.

Somente quando eu comecei a ouvir o barulhinho típico de um Fórmula 1 é que soube de que eu estava quase lá. Ansiosa, eu desisti de esperar que o motorista me deixasse no ponto exato para quem fosse entrar no setor B, pedi que parasse quase em frente ao A e saí correndo com minha mochila nas costas.

Faltavam exatos seis minutos para acabar o treino da sexta quando pus meus pés lá dentro. O primeiro carro que vi foi a Ferrari do Barrichello. Existe algo muito especial em se ver algo tão querido que você passou a vida inteira apenas olhando pela televisão ali, bem pertinho de você. Eu não lembro o que aconteceu primeiro: meu sorriso ou meu coração batendo mais rápido, mas um amigo que me viu naquela hora disse que fiquei com cara de alesada:P

O fato é que meu mau humor passou assim… como se nunca tivesse aparecido naquela sexta-feira. Por que será, não é?

Ficamos lá por algum tempo ainda, eu olhava para todos os lados tentando reconhecer tudo, quase ouvindo os gritos de delírio da torcida que esteve presente ali em 91 e 93. Foi um típico momento daqueles que a gente nunca esquece na vida.

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(minha primeira foto em Interlagos, ano 2000, repare que é foto da foto porque aqui em casa não tem scanner)

No sábado, as arquibancadas já estavam mais cheias e a gente viu o Mika Hakkinen fazer a pole. Depois fui fazer algo que prometi nunca mais repetir: visitar o túmulo do Senna no Cemitério do Morumbi. Deu um nó na garganta e a sensação de que “cheguei tarde demais” foi difícil de agüentar. Havia um grupo de argentinos na hora gravando para fazer um documentário e eu saí de lá com os olhos inchados. Resumindo: lugar de matar as saudades do Senna não é lá, é nos autódromos.

No domingo, eu vou contar para vocês: dois momentos foram marcantes. O primeiro deles aconteceu no hotel (estava hospedada em um tal Pão de Açúcar, na Conselheiro Nébias). Os avisos no elevador diziam que o café da manhã seria servido a partir das 4h por conta do horário que muitos torcedores iriam sair para Interlagos. Eu não ia sair tão cedo assim, mas como eu nunca consegui dormir bem em São Paulo (a cidade sempre me fez me sentir sufocada, angustiada até), acabei indo conferir a refeição mais ou menos aí nessa hora.

Agora imaginem a cena: você é uma mulher desacompanhada, que entra no restaurante do hotel e, depois de olhar para um lado e outro, constata que é o único ser do sexo feminino ali. Eu não sei quem ficou mais surpreso pela cena, se eu ou os homens. Eu só sei que quase todos os lugares estavam ocupados e um grupo que estava dividindo uma mesa estilo “bandeijão” começou a me chamar: “aqui”, “aqui”, “aqui”.

Meio sem jeito, me aproximei deles e agradeci. Era um grupo formado por gaúchos e cearenses. Mal abri a boca, até porque eles se “esqueceram” que eu estava lá e começaram a falar só de mulher.

Coincidência, não? Hmm, mas eu não acredito em coincidências:P

Depois de andar até a Praça da República para pegar o ônibus fretado pela Prefeitura (aliás, eu adoro esse esquema que eles criaram!), fui pra Interlagos. Fui a única a descer no setor B e no caminho para lá o ônibus acabou emparelhando com o carro onde estava o Coulthard. Eu nunca gostei dele e tenho plena consciência de que boa parte desse sentimento se deve pelo fato de como ele entrou na Fórmula 1.

E não, esse não foi o grande momento do dia. Este momento começou a tomar forma quando as equipes deram início ao trabalho de alinhar os carros no grid. Sabe quando você acha que certas pessoas só existiam na sua cabeça ou que estavam presas à TV? Pois eu confesso que até me causou surpresa e emoção ao ver o Ron Dennis e o Dr. Sid Watkins ali pertinho de mim. O valor pago pelo ingresso realmente estava valendo a pena e quando a largada estava prestes a ser dada…

Gente, sério, o barulho de todos os motores dos carros no grid instantes antes de partirem para a largada é um troço assim… que mexe com você. Você fica arrepiada de emoção, não consegue se ouvir, mas sabe que quer que haja uma relargada para sentir e ouvir aquilo de novo.

Jesus, Maria, José!

É por isso que me custa trocar de setor quando vou pra Interlagos até hoje.

Naquele ano, o amor de Miss Pitlane pós-Senna venceu, mas eu prefiro não comentar sobre essa coisa triste!

2001

No ano seguinte, eu estava lá de novo. De novo, tinha ido sozinha, mas acabei encontrando meu amigo do ano anterior novamente. O vôo da sexta-feira, para variar, teve outro atraso e desta vez eu vi que não ia dar tempo encarar o trânsito e chegar para poder ver o treino. Fui então direto para o hotel. No sábado, meu amigo me falou que havia descoberto um jeitinho de conhecer outros setores do autódromo.

Perguntou se eu topava ir. Claro, óbvio e evidente que sim.

Daí, quando o treino de classificação terminou e meu coração já tinha um novo dono (Montoya), fui lá com ele ver esses tais “outros lugares”.

É que embaixo do setor B tem uma passagem que te leva para a parte de trás dos boxes e aí, na cara dura, e na coragem a gente foi indo… indo… e

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(foto tirada atrás dos boxes, 2001, repare que esta também é foto da foto pelo mesmo motivo da anterior)

Foi bom ver o outro lado do autódromo (reta oposta, por exemplo), já que do B a gente não consegue ver tanta coisa em termos de parte do miolo do autódromo.

A prova em si foi melhor que a do ano anterior, Montoya deu uns apertos no alemão, mas acabou batendo e abandonando a corrida. Ganhou o chato do Coulthard (que é uma coisa bem menos irritante de se ver do que uma vitória do MS).

Como de costume, depois da prova, fiquei ainda um tempo “namorando” o autódromo. Eu não sabia, mas só voltaria ali dois anos depois e desta vez já com amizade formada com a F1 Girl Viviane. Mas isso eu conto depois que agora eu preciso sair.


Minhas lembranças do GP Brasil (I)

27/10/2008

A uma semana da decisão do título ser decidido em Interlagos, acabo lembrando de certos GPs Brasil. O de 1991, apesar de ter visto em casa, foi tão emocionante que a impressão que sinto até hoje é de que a arquibancada do circuito paulista se estendeu até a minha sala.

Lembro que precisava entregar o resumo do livro Diálogos da Grandeza do Brasil, de 1612 (se não me falha a memória), um treco de pra mais de 500 páginas, logo na primeira au la do dia seguinte, às 7h. O professor, rigoroso que só ele, exigia que o texto fosse escrito a lápis e sem rasura nem amasso algum, do contrário ele nem receberia o material.

Como o livro era enorme e a leitura, enfadonha, só conseguir terminar de ler tudo no sábado e, portanto, enquanto a corrida rolava na telinha lá estava eu passando a limpo o bendito resumo. Como eu tinha acordado cedo e o texto estava quase pronto, quando Senna cruzou a linha de chegada, finalmente, em primeiro lugar eu simplesmente não consegui me controlar. Empolgada, eu comecei a pular e, em um impulso, fechei as mãos e comecei a dar socos no ar.

Alguém adivinha o que eu tinha entre as mãos?

Pois é.

Mas valeu a pena, como valeu a pena! É só rever as cenas abaixo:

Se houvesse máquina do tempo, eu gostaria de voltar àquele dia, mas desta vez vibrando in loco, lá em Interlagos.

Como o “se” não joga, eu só consegui ver uma corrida no autódromo nove anos depois.

Fui sozinha.

Cheguei na sexta, tinha comprado ingresso pros três dias. Mas isso eu conto depois que é pra esse post não ficar muito grande.


Saiba como chegar em Interlagos

24/10/2008

Se vai para Interlagos para acompanhar o GP Brasil, confira abaixo como será o esquema de trânsito para usar carro, ônibus ou trem. Para quem é de outra cidade, veja como é fácil. Por mais de uma vez, optei pela dica dos ônibus fretados pela Prefeitura e não me arrependi saindo lá da Praça da República.

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COMO CHEGAR DE CARRO

Para acessar o Portão 7, utilize a Av. Nações Unidas e a Av. Interlagos. Na Av. Interlagos, mantenha-se à esquerda e acesse a faixa adicional do contra-fluxo a partir da Av. João Paulo da Silva, que será montada exclusivamente para o evento. Esse acesso estará sinalizado com banner “Portão 7″. ATENÇÃO: nesta faixa adicional somente deverão transitar os veículos que se destinam ao Portão 7.

Se você não possui credencial para o seu veículo, procure a área de estacionamento mais próxima.
Se preferir, como alternativa para os setores M e D utilize a ponte do Socorro, Av. Robert Kennedy e a R. Prof Papine.
Para os setores Z, G, S, V, K, F, R, E, H e N pode se utilizar também como itinerário Av. Nações Unidas, Av. Miguel Yunes, Ponte Vitorino Goulart e R. Feliciano Correa
Para estacionar seu veículo utilize as áreas permitidas.

ATENÇÃO: não estacione em local proibido como próximo a esquinas, em frente a guias rebaixadas ou onde a sinalização proibe.

PARA SAIR DE CARRO

Siga a orientação das equipes da CET. Todas as vias estarão operando de maneira a garantir uma saída rápida e segura. Você pode utilizar as Av. Interlagos até a Av. Nações Unidas ou utilizar rotas alternativas pela Av. Robert Kennedy e Ponte do Socorro ou ainda Av. Jair R. Ribeiro, Ponte Vitorino Goulart e Av. Miguel Yunes.
Procure executar o caminho inverso ao utilizado para a ida ao autódromo.

ATENÇÃO: no DOMINGO 02/11, enquanto todo o público estiver saindo do autódromo, a Av. Interlagos, Av. Jangadeiro e a Av. Jacinto Julio estarão bloqueadas para os veículos, sendo liberadas somente após toda a dispersão dos pedestres.

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SISTEMA INTEGRADO DE TRANSPORTE

• Integração com Metrô
Para reduzir o tempo de viagem de quem vai assistir ao Grande Prêmio, recomendamos a utilização de um sistema de integração expresso com o Metrô, através dos Terminais Jabaquara e Praça da República transformados em base de ligação “METRÔ – ÔNIBUS CIRCULARES (expressos) – AUTÓDROMO”. Qualquer pessoa que chegar aos Terminais Jabaquara e República do Metrô vinda de qualquer ponto do País poderá ir ao Autódromo e voltar em ônibus circulares Expressos da São Paulo Transporte S/A.

• Integração com Avião
Os passageiros que desembarcarem no Aeroporto de Cumbicadeverão utilizar-se dos ônibus especiais que os levarão até a Praça da República, onde farão o transbordo para os ônibus circulares expressos com destino ao Autódromo.
Quem desembarcar em Congonhasou para lá for de carro ou ônibus especial vindo de Cumbica também terão à sua disposição ônibus circulares expressos até o Autódromo.


• Integração com Ônibus Rodoviário

Nos Terminais Rodoviários do Tietê e Barra Fundaos passageiros deverão utilizar o Metrô, dirigindo-se para a estação Jabaquara ou República, onde terão a sua disposição os ônibus circulares expressos da São Paulo Transportes S/A, até ao Autódromo.

• Integração com Trem
A interação será feita na estação de trem Jurubatuba, que se localiza ao lado do Shopping SP Market, através dos ônibus circulares expressos da SPTrans com embarque na área de estacionamento do referido shopping.

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TRANSPORTE PÚBLICO
ÔNIBUS

Para garantir o bom nível de serviço com segurança e conforto, a São Paulo Transporte S/A dimensionou a frota de forma a oferecer maior freqüência dos ônibus circulares expressos, onde todos os passageiros viajarão sentados, direto para o Autódromo, a partir dos seguintes Mini-Terminais / áreas para Estacionamento:

1. SÁBADO – 01/11 – a partir de 06h00
• Mini-Terminal Shopping Interlagos – Av. Interlagos, 2225
• Mini-Terminal Jabaquara do Metrô
• Mini-Terminal Praça da República
• Mini-Terminal Shopping SP Market – Av. das Nações Unidas, 22.540

2. SÁBADO – 01/11 – a partir de 07h00
• Mini-Terminal Aeroporto de Congonhas.

3. DOMINGO – 02/11 – a partir de 05h00
• Mini-Terminal Jabaquara do Metrô
• Mini-Terminal Praça da República
• Mini-Terminal Shopping SP Market – Av. das Nações Unidas, 22.540
• Mini-Terminal Shopping Interlagos – Av. Interlagos, 2225

4. DOMINGO 02/11 – a partir de 06h00
• Mini-Terminal Aeroporto de Congonhas.

APÓS A CORRIDA: os ônibus circulares expressos dos mini-terminais estarão estacionados nos seguintes pontos, de acordo com seu destino:

1. Expresso Shopping SP Market:
- Av. Jacinto Júlio b/c x Av. Feliciano Correia (próximo ao portão G);
- Av. Antônio Barbosa da Silva Sandoval, próximo a Av. Interlagos.

2. Expresso República (Shopping Interlagos, Congonhas, Jabaquara e Metrô República):
- Av. Interlagos b/c, junto ao Autódromo (próximo a Av. do Rio Bonito);
- Av. Feliciano Correia, próximo ao Autódromo (portão G).

3. Expresso Jabaquara (Metrô Jabaquara):
- Av. Jacinto Júlio b/c x Av. Feliciano Correia (próximo ao portão G);
- Av. Rio Bonito x R. Antonio Batista da Silva Sandoval.

TÁXIS

Visando proporcionar maior conforto aos espectadores, serão criados sete pontos de táxi nos seguintes locais:
- Ponto A – Av. Antônio Barbosa da Silva Sandoval, próximo à Av. Interlagos;
- Ponto B – Av. Interlagos entre R.DR. Francisco Quartim Barbosa e Pça Batista Botelho;
- Ponto C – Av. Feliciano Corrêa, próximo a Av. Jacinto Júlio;
- Ponto D – Avenida Rubens Montanaro de Borba, próximo a Avenida Jacinto Júlio;
- Ponto E – Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux, próximo a Avenida Interlagos;
- Ponto F – Av. Teotonio Vilela próximo a Av. do Jangadeiro.
- Ponto G – Av. Arvoreiro, próximo a Av. Senador Teotônio Vilela.

CPTM

Proporcionando maior conforto na chegada e saída dos espectadores ao autódromo de Interlagos, nos dias do evento, a CPTM estará operando com esquema especial para a Linha 9-ESMERALDA, Osasco-Grajaú, onde a estação “AUTÓDROMO”, está localizada na Rua Plínio Schmidt, a aproximadamente a 600 m do setor G.

A estação está localizada na Rua Plínio Schmidt, e a aproximadamente a 600 m do setor G o caminho a ser percorrido pelos pedestres até os portões de acessos é o seguinte:

- Sair da estação Autódromo, na Rua Plínio Schmidt, seguir pela direita até a Praça Automóvel Club Paulista, virar a esquerda na Avenida Feliciano Correia e seguir em frente até o fim e estará no portão G. Para os demais portões deverão seguir a esquerda pela Avenida Jacinto Julio.

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ONDE ESTACIONAR

Nas proximidades do Autódromo foram destinados locais para estacionamento, todos devidamente identificados para facilitar a localização por parte dos motoristas.

1) Reserva de área para estacionamento ao longo das ruas à direita da Avenida Interlagos (sentido bairro): com acesso somente pela Ponte do Socorro e Avenida Robert Kennedy, com capacidade para 9.000 veículos, funcionando sábado e domingo – dias 01 e 02/11. As regras gerais de trânsito devem ser estritamente respeitadas, (não estacione próximo às esquinas, defronte a guias rebaixadas ou em locais proibidos) evitando transtornos ao fluxo de passagem e aos moradores da região.

2) Reserva de área para estacionamento na região à direita da Avenida do Jangadeiro (lado oposto ao Autódromo): com acesso pela Ponte Jurubatuba, Avenida Interlagos e Praça Batista Botelho, com capacidade para 16.000 veículos particulares, funcionando sábado e domingo dias 01 e 02/11. Valem as mesmas recomendações feitas para a reserva de estacionamento anterior.

3) Estacionamento dos Shoppings, com linha circular expressa de ônibus com destino ao Autódromo, funcionando sábado e domingo, dias 01 e 02/11:
- Shopping SP Marketing, localizado na Av. Das Nações Unidas n° 22.540, com capacidade para 3.500 veículos;
- Shopping Interlagos, localizado na Av. Interlagos n° 2.225, com capacidade para 2.500 veículos;

4) Estacionamento para ônibus fretados funcionarão sábado e domingo, nos dias 01 e 02/11, nos seguintes locais:
- Av. José Carlos Pace e Av. Mahatma Gandi, com acesso somente pela Ponte do Socorro, Av. Robert Kennedy e Av. Berta Waitman;
- Rua Quinto L. Colato e Rua Djalma Pessolato, com acessos pela Ponte Vitorino Goulart da Silva e Av. Robert Kennedy.

O credenciamento dos ônibus deve ser feito junto a CET, através do site www.cetsp.com.br

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PORTADORES DE DEFICIÊNCIA FÍSICA

Deverão estacionar seus veículos nos mini-terminais recomendados, onde a São Paulo Transporte S/A disponibilizará serviço especial de transporte, através do sistema “Atende”, para o Autódromo:

1. SÁBADO – 01/11 – a partir de 06h00
• Mini-Terminal Jabaquara do Metrô;
• Mini-Terminal Praça da República;
• Mini-Terminal Shopping SP Market – Av. das Nações Unidas, 22.540;
• MiniTerminal Shopping Interlagos – Av. Interlagos, 2.225 ;

2. SÁBADO – 01/11 – a partir de 07h00
• Mini-Terminal Aeroporto de Congonhas.

3. DOMINGO – 02/11 – a partir de 05h00
• Mini-Terminal Jabaquara do Metrô;
• Mini-Terminal Praça da República;
• Mini-Terminal Shopping SP Market – Av. das Nações Unidas, 22.540;
• Mini-Terminal Shopping Interlagos – Av. Interlagos, 2.225;

4. DOMINGO – 02/11 – a partir de 06h00
• Mini-Terminal Aeroporto de Congonhas

ATENÇÃO
Com a complexidade da operação e principalmente para garantir a segurança dos pedestres, após terminado o evento, os veículos serão retidos por cerca de 40 minutos, de modo a eliminar o conflito entre veículos e pedestres do desejo de saída do autódromo.

RECOMENDAÇÕES AO PÚBLICO

• Procurar conhecer antes o melhor itinerário para o Autódromo;
• Se possível, deixar o carro em casa e usar, preferencialmente, as áreas para estacionamento/ terminais de ônibus que estarão ligados ao Autódromo por linhas circulares especiais;
• Respeitar rigorosamente a sinalização (a não obediência acarretará multa);
• Atentar que na saída da corrida haverá alteração de circulação nos grandes corredores – observe a sinalização e a orientação dos técnicos da CET e policiais;
• Permanecer nos locais reservados para estacionamento se o trânsito estiver crítico;
• Em caso de acidente sem vítima, desobstruir a pista ou sinalizá-la convenientemente até a chegada da CET ou Polícia Militar – Informar a CET via fone 156 – Central de Atendimento da Prefeitura de São Paulo;
• Ao parar o veículo para pedir informação evite interromper o fluxo do trânsito;
• Não existirão vagas de estacionamento em frente ao Autódromo.
• Utilize os trens da CPTM, a linha 9-Esmeralda que atende a estação AUTÓDROMO, e estará operando em esquema especial para o evento;
• Se for de trem, compre o bilhete de ida e volta.

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As informações são do site da CET de São Paulo.


Programação do final de semana do GP Brasil

21/10/2008

As F1 Girls não estarão presentes em Interlagos este ano, mas a gente acha uma boa idéia mostrar para você que vai ou tem vontade de ir algum dia que não é apenas a Fórmula 1 que movimenta o circuito paulista durante os três dias do GP Brasil.

Confira abaixo a programação deste ano:

Sexta, 31 de Outubro

8h45 às 9h15 – Treino Livre Formula BMW
10h às 11h30 – Treino Livre, Fórmula 1
14h às 15h30 – Treino Livre, Fórmula 1
15h40 às 16h15 – Treino Livre Porsche Cup
16h30 às 17h – Treino Livre Trofeo Maserati
17h25 às 17h55 – Sessão de Classificação Formula BMW

Sábado, 1º de Novembro

11h às 12h – Treino Livre, Fórmula 1
14h às 15h – Sessão de ClassificaçãoFórmula 1
15h10 às 15h45 – Sessão de Classificação Porsche Cup
15h55 às 16h25 – Sessão de Classificação Trofeo Maserati
16h50 às 17h20 – Fórmula BMW

Domingo, 2 de Novembro

10h às 10h30 – Fórmula BMW
10h50 às 11h20 – Trofeo Maserati
11h40 às 12h15 – Porsche Cup
15h – 37º Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, 71 voltas

O site oficial do GP Brasil não menciona, mas pelas nossas experiências anteriores , nós acreditamos que o desfile dos pilotos deverá acontecer por volta das 12h30 e que às 13h30 a movimentação começa no grid.

Lembramos ainda que os portões são abertos às 7h.


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