Com a temporada prestes a acabar, lembremos de uma outra decisão pelo título. Há exatos 25 anos, Nelson Piquet levantava o troféu de campeão pela segunda vez.
Fazia sol em Kyalami, na África do Sul, naquele 15 de outubro de 1983, para a disputa da última etapa do campeonato. Piquet (Brabham), Prost (Renault) e René Arnoux (Ferrari) chegavam com chances de levar pra casa a taça. O brasileiro era o vice-líder, com 55 pontos – dois a menos que o francês da Renault e seis a mais que o francês da escuderia italiana – e vinha de uma vitória no primeiro GP da Europa da história da Fórmula 1, disputado em Brands Hatch.
Naquela época, a vitória valia nove pontos; o segundo lugar, seis; o terceiro, quatro; o quarto, três; o quinto, dois; e o sexto, um.
Nos treinos de classificação, nenhum dos principais postulantes ao título conseguiu a pole. Foi Patrick Tambay, companheiro de equipe de Arnoux, quem largou na frente. Ao lado dele, Nelson Piquet fechava a primeira fila. Prost foi apenas o quinto no grid e Arnoux, o quarto. Além de começar o round final na frente dos seus oponentes, o brasileiro ainda teve uma melhor largada que seus adversários.
Enquanto Piquet saltou para a liderança e começou a colocar a mão no troféu, Prost ensaiou uma investida, ganhou uma posição e os dois viram Arnoux cair na classificação. O piloto da Ferrari acabou sendo o primeiro a sair da disputa. Na nona volta, o motor de seu carro pifou e ele abandonou a prova. A essa altura, Prost era o terceiro na pista e Piquet, ainda o líder.
Nove voltas depois, o francês viu as coisas complicaram ainda mais para ele ao cair para a quarta colocação. Com Lauda tendo problemas na sua frente, Prost deve ter sentido suas esperanças se renovarem ao conquistar, assim, a terceira posição. Porém, a alegria do piloto da Renault só durou duas voltas. Na 35ª, o motor turbo de seu carro o deixou a pé.
Festa no Brasil e na Brabham.
Piquet liderava e os outros estavam fora.
Bastava chegar em quarto lugar para que o brasileiro se consagrasse bicampeão.
Piquet, então, passou a administrar a prova. Na 60ª volta, foi ultrapassado por Riccardo Patrese, o outro piloto da Brabham. Oito voltas depois, foi a vez de Lauda assumir sua colocação.
A cinco voltas do fim, a McLaren de Lauda teve problema elétrico e ele abandonou a prova. Piquet voltou a ser o vice-líder e na 75ª, acredite!, Andrea de Cesaris com sua Alfa Romeo. Patrese venceu a prova sul-africana, mas foi o brasileiro quem tinha mais motivos para celebrar naquele dia.
Aliás, pouco tempo depois Prost e Renault encerraram a parceria, mas isso é outra história…
Escrito por Gil 
Tirando cerca de quatro segundos por volta, o inglês encostou em Prost e passou o francês a três do final. Animado com a possibilidade de concretizar uma proeza, Mansell não desistiu da briga pela vitória e colou atrás de Senna. Na última volta, o brasileiro tinha apenas um segundo e meio de vantagem para o inglês. Os olhos se arregalaram e a respiração ficou presa quando ambos apareceram na última curva praticamente grudados e Mansell emparelhou seu carro com a Lotus de Senna.
03 de novembro de 1985. Circuito de Adelaide. A Fórmula 1 chegava, pela primeira vez, na Austrália, terra do campeão de 1980, Alan Jones_ que completava seu 100º GP. Ao contrário do que ocorre atualmente, o GP não abria a temporada e sim a encerrava. Alain Prost já havia conquistado o título do mundial de pilotos daquele ano duas corridas antes, no Grande Prêmio da Europa, realizado em Brands Hatch. Os ingredientes indicavam a receita de uma prova naturalmente morna. Entretanto, o fã que assistiu ao GP foi presenteado com uma corrida emocionante!!!