Pelo visto, não sou só eu que implica com Michael Schumacher. Frank Williams ponderou o óbvio e disse que não era a favor de liberar testes com o carro deste ano para que o alemão se familiarize com a Ferrari 2009. Como os testes estão proibidos pelas regras deste campeonato, o dono da escuderia Williams argumentou que seria uma quebra ao regulamento que fosse permitida esta exceção – coisa a qual o espanhol Alguersuari não teve direito.
E disse: “em uma situação similar, a Williams teria – sem hesitar – chamado o piloto de testes atual”. Frank Williams ressalta que seu posicionamento contrário é uma questão de coerência. Como não obteve unanimidade entre as equipes (a Red Bull também teria sido contrária), a Ferrari só vai poder liberar para o alemão o carro antigo.
Afinal, se está proibido para um está proibido para todos.
(não que eu ache que vá fazer tanta diferença assim, mas vamos brincar de não dar privilégios, né?)
Nem estranhei…
O Frank é ranzinza e sempre é contra tudo. Vai vendo:
*Contra a venda de componententes entre equipes.
*Contra o fornecimento de chassis para equipes novas.
*Contra a entrada da Prodrive.
*Contra a Fota na briga com a FIA.
*Contra o mundo, já que só ele acha que o Kazuki é piloto.
Agora contra os teste…
E convenhamos… era capaz dele vetar até os testes do Jaime.
A Ferrari disse que foi a favor do teste de Alguersuari. Alguém deve ter vetado. E acho que esse alguém foi justamente a Williams.
Na verdade me parece uma postura extremamente vingativa, por ter sido excluído da Fota. Esse regulamento da FIA não é o ideal, e as equipes poderiam usar o bom senso e permitir testes ao menos a (re)estreantes, não custa nada. Não é treino para o carro, é treino para o piloto. É fair play. Mas o Frank tá ficando meio ranzinza, como o Ron disse aí.
Com teste ou sem teste, Schumacher dá duas voltas em cima do carro da Williams…..rsrsrsrs
Esse negócio de coerência do Frank faz sentido. É coerente com ele sempre implicar com alguma coisa. E, discordando do amigo Felipe Maciel, não acho que o teste seria pro Michael, não. O teste serviria mesmo é pra Ferrari. O Michael não faria um shake down, só pra conhecer comportamento, volta sem cronometragem. Com certeza, seria algo do tipo: teste na pista fechada da Ferrari em dois períodos. No primeiro período, ele se aclimataria ao carro, estudaria respostas em algumas voltas lançadas sem cronometragem, isso e aquilo. Com o segredo que cerca cada carro da F1, alguém duvida que a Ferrari aproveitaria para testar um novo assoalho, um pentelho que diminua o arrasto ou uma traquitana que visasse garantir uns 3 a 5 décimos por volta?
Aí faria um segundo período pra testar as regulagens e alterações que ele sugeriu à equipe (que, aí sim, poderia ser com base no que sentiu com os novos componentes, e, para comparar com os já utilizados e com as respostas que Felipe e Raikkonen já passaram pra equipe). Em suma, um “teste de adaptação” perfeito pra desenvolver o carro, nem que fosse pra ganhar 2 décimos por volta. Dois ou três décimos por volta, em 5 voltas, seriam algo perto de 1 segundo a 1,5 segundo. Numa corrida de 50 a 60 voltas, podem representar alguma coisa entre 10 e 20 segundos de vantagem, de mudança de desempenho. É quase o tempo de um pit stop. E convenhamos, com um piloto como Schumacher no carro, um ganho de tempo desses é uma eternidade.
Oi Gil… Sobre seu comentário…
É que no Tuiter o nome que se vai na frente com o @ é o pra quem se fala… Entendeu… Então quando aparece @NelsonPiquet é o Kovalainen que esta escrevendo.
Beijos.
Olá a todos,
Se me permitem meus two cents, há uma diferença que, me parece, passou despercebida, na comparação entre liberar um teste para o Alguersuari e para o Schumacher. Admito que o Michael irá somar pontos à equipe, porem ele não é piloto oficial, não compete pelo campeonato e ninguém sabe, de fato, quantas provas ele fará.
Furthermore, a circunstância que gerou entrada do Michael, deveria ser -no mínimo-relevante; uma oportunidade de dar um caráter mais condescendente à carnificina em que se transformou a F1 atual . Além de deselegante, a recusa denuncia o temor de ver o Michael triunfar em condições adversas; however, Schumacher não precisa de favor de ninguém. Qto mais difícil se torna o desafio, mais aumenta a competitividade que, não por acaso, o transformou num mito.
Obrigado,
Abraços a todos.
Mitos à parte, Frank W. não é menor que Schumacher, que me desculpem os mais novos que consideram o alemão a melhor coisa que ocorreu na F1… o cara é ótimo piloto, mas regra é regra e, ademais, conquistou pelo menos dois títulos de maneira bem suja. Mas também estou empolgado com a volta dele, e tomara que ele volte competitivo, sim.