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Essa é a pergunta que venho me fazendo desde o início da temporada. O que dizer? Quais as desculpas dessa vez?
Confesso que nunca fui fã do brasileiro. Nem nos tempos da Jordan, nem da Stewart, muito menos na Ferrari. Nem quando ele dava espetáculo na chuva, nem quando era escudeiro do Schumacher, aliás, nessa época da Ferrari, eu era uma das que mais criticava o brasileiro, por detestar o Schumacher e por achar um absurdo essa coisa de ser “escudeiro” desde a primeira prova da temporada. Adicionando o fato de que o Barrichello só reclamava da sua situação dentro da equipe de Maranello, mas só foi sair de lá 6 temporadas depois.
Do ano passado pra cá, tentava entender mais e criticar menos. Cheguei a torcer e apostar nele em algumas corridas desse ano, mesmo com aquelas reclamações que nós já conhecemos bem.
Mas depois daquela cena do GP do Bahrein…
“Jenson teve um grande rendimento, com uma bela ultrapassagem sobre Hamilton. Eu fiquei atrás, não consegui superá-lo e depois fiquei trancado pelo Nelsinho, que estava de três a quatro segundos mais lento e fechou a porta. Isso custou a minha corrida”
Por que ele achava que o Piquet, ameaçado na Renault, deveria abrir passagem pra ele? Por que era outro brasileiro? Por que estava mais lento? Piquet poderia até estar mais lento, mas não era retardário e não tinha a menor obrigação de ceder a posição ao Barrichello.
Que o Rubens lutasse pela posição, se a quisesse, ao invés de esbravejar para a câmera como se estivesse sendo injustiçado.
Aquela famosa corrida do “hoje não! hoje sim, hoje sim…” foi uma das coisas mais patéticas que já vi na Formula 1. Essa do Bahrein acaba de entrar pra lista.
Por essas e por outras que acontece esse tipo de coisa.

Hackers invadiram o site do Barrichello e deixaram uma charge
O que mais me espanta é que o Barrichello parece não prestar atenção ao que fala, não percebe que isso é uma sucessão de tiros no próprio pé que ele dá. Eu li uma declaração dele, complementar a essa, dizendo que o Button só ganhou porque conseguiu passar o Hamilton e ele não (Sim, ele enfatizou que ele não conseguiu). Daí, fiquei me perguntando se ele tava admitindo que ele disse que o Button tinha mais competência do que ele e, por conseguinte, se ele era menos competente). Definitivamente, ele não tem mais jeito. Espero que ele se recupere no campeonato, mas eu não consigo mais visualizar algo assim e, como disse antes da temporada, EU NÃO ACREDITO EM PAPAI NOEL!
Meninas, onde ue posso ver quem escreveu que post? Fiquei meio perdido neste novo layou.
Oi Ricardo, você pode verificar isso no final de cada post, após os links de comentários e categorias.
Exemplo:
2 Comentários | GP Bahrein | Etiquetado: Reclamação, Rubens Barrichello | Link Permanente
Escrito por Dea
abraço
Insisto que Ross Brawn conhece o potencial de Rubens e sabe que ele é o 2º piloto ideal, somente por isso o contratou. Button é o piloto n° 1 da Brawn sem que Ross precisasse tomar alguma decisão que favorecesse Button em detrimento a Rubens. Foi Rubens, isso mesmo, ele próprio conduziu Button a favorito dentro da equipe.
Rubens, sem contrato ano passado, se oferecia a ainda incognita Honda, dizendo ser o que precisavam: experiente, motivado e rápido. Galvão Bueno, em seus infelizes comentários confirmava as palavras de Rubens e ainda peguntava se a Honda precisava de mais alguma coisa.
A cena de Rubens reclamando de Piquet Jr é a mais pura declaração de sua incapacidade.
Coulthard, quando não conseguia ultrapassar, “atropelava” logo….rsrsrsrs
Eu tb nao achei de quem é o artigo, mesmo com a dica da Dea.
)
Será que to sofrendo de “Rubite”
Oi Mauro,
Vou ver se consigo alterar a cor ou algo assim para destacar.
Mas só pra matar a curiosidade de vocês, fui eu!
[]s
Não dá mais.
1B ultrapassou o limite so suportavel com as desculpas esfarrapadas este fim de semana.
Culpar o moleque piquet por sua corrida miseravelmente ruim é o cumulo.
O que ele queria, que o Piquetzinho saisse da frente como ele fez naquela fatidica corrida na Austria?
Ele deu uma entrevista depois dizendo que só Brasil ele é criticado, que no resto do mundo não fazem isto.
E que deveriamos sentir orgulho de te-lo sentado no mesmo carro do lider do campeonato.
Oras! Quantos anos ele passou sentado no mesmo carro que Michael Schumacher? E Não foi exatamente isto que o fez perder toda e qualquer credibilidade como piloto que ele pudesse ter?
Vai pra casa, 1B!
Ainda estou procurando um motivo pra torcer pro rubinho. Um só. Quem torce pra ele tem vários: Influências “midialógicas” (falou na TV, é lei).Porque é brasileiro. Além disso, se chegou lá é porque é um dos melhores. Esta é a segunda pior frase que ouço e faz subir a temperatura. A primeira é a famosa: “Eu acompanhava F1 mas, depois que Senna morreu…”.Ou então porque dizem que ele é “gente boa”.O que eu, sendo chefe de equipe, procuraria de qualidades em um piloto número 1, ele não tem nada. Já pra 02 ele é perfeito: Qualquer salário, submisso e com vasta relação de desculpas pós-provas. Como o Ross Brawn é o cara, escolheu um piloto e um 02. “Me ajuda aí!!!”
Dea, descobri o que houve: é que no RSS eu vou direto para o post e aí esta barra de info some.
Sempre fui um que defendeu o Barrichello, por achá-lo, se não um piloto de primeiro nível, ser melhor que grande parte do grid. Na minha humilde opinião, se os Nakajima (tanto pai e quanto o filho) podem pilotar um F1, Barrichello também pode. Não significa que deva, mas, que pode, pode. Da mesma forma, sempre critiquei o Barrichello por suas infelizes declarações. A meu ver, é justamente aí que falta “estofo” para ele ser piloto de F1. No meio, costumamos dizer que só existem cobras criadas, que ninguém fala o que está realmente pensando, todos escondem seus sentimentos e só dão pistas falsas, no intuito de se resguardar e não dar munição aos concorrentes. Rubens é justamente o contrário. Fala tudo que vem à mente, e, se não é extremamente rápido na pista, é extremamente rápido para verbalizar o que pensou, antes mesmo de medir as consequências. Onde ele deveria ser mais lento, mais comedido, é justamente onde resolve atropelar.
Se não houvessem desdobramentos a isso, não teria maiores consequências. O problema é que, justamente por falar muito e, normalmente, o que não deve, depois precisa se justificar, ou viver sob uma pressão que ele mesmo colocou nos ombros, e que, invariavelmente, pesam demais para ele. Com a capacidade técnica que tem, se fosse quieto como o Nelsinho Piquet, talvez fosse um dos grandes da F1. Correria na dele, falaria o estritamente necessário, se entenderia com o carro e com a equipe, e é o que bastaria. Um dos pilotos que me parece ser assim é o Vettel. Apesar da badalação, não o vejo falando demais, mesmo para a imprensa internacional. Ficando quieto, se concentra, e desenvolve o trabalho direito. Falando demais, acaba dando bom dia a cavalo.
A questão do Barrichello é complicada. Não vou defendê-lo de suas declarações, que costumam ser infelizes e não ajudam em nada sua imagem. Mas uma coisa é considerar o desempenho de um piloto na pista e produzir um julgamento, outra muito diferente é assistir ao Casseta e Planeta e produzir um julgamento. Acho que boa parte da opinião pública brasileira escolhe a segunda opção.
No mais, a minha opinião sobre o Barrichello é a epígrafe que Mario Vargas Llosa imprimiu em Pantaleón e as Visitadoras – e com certeza Ross Brawn concorda comigo.