Arabian Nights underneath Arabian moons

01/11/2009

O primeiro GP de Abu Dhabi não decepcionou, especialmente porque todos tínhamos espectativas tão baixas com relação à qualidade do espetáculo que qualquer coisinha que acontecesse já ia valer a pena.

Na volta 18 ouvimos no radio de Hamilton “We might have a problem”. Essas são as palavras mais temidas da face da terra. Pode ser que tenhamos um problema?!? Sério, não seria melhor avisar quando tiver certeza? Vai que é um alarme falso, acontece nas melhores famílias… mas no caso do piloto inglês a suspeita era verdadeira e na volta 20 após um “We cannot get you racing” ele foi forçado a abandonar.

Em um passe de mágica Vettel ganhou a primeira colocação, e tudo que teve que fazer foi administrar a vantagem nas 35 voltas seguintes. As quais foram extremamente enfadonhas, como previsto. O visual, deslumbrante, mas não o suficiente para nos levar a prestar muita atenção na televisão. Com certeza vários perderam as escapadas de Grosjean e Kubica, este último deve estar dando graças a Deus que o ano acabou.

O destaque da corrida, na minha opinião, foi Kamui Kobayashi. Primeiro ele sem dó nem pena, enfiou o carro e ultrapassou a Jenson Button na volta 18 com uma categoria ímpar. Cena para se ver e rever. Acabou terminando sua segunda corrida na zona de pontuação e com uma estratégia singular. Depois durante as entrevistas pós-corrida se mostrou muito centrado e pé no chão, “para mim foi uma ultrapassagem como qualquer outra, é meu trabalho”. E ciente que a duas semanas atrás não se dava uma nota de três reais por ele “In brazil nobody was paying attention, nobody cared who I was”. Mas hoje ele sai ovacionado pela imprensa internacional, elogiado pelo seu chefe de equipe e requisitado no paddock.

Antes que eu me esqueça, o que foi aquele momento “O QUE CARGAS D’AGUA ACONTECEU” do Alguersuari?? Como que ele faz uma coisa dessas?!?! A resposta oficial foi que o carro só tinha as três primeiras marchas, que ele estava pronto para abandonar mas que não prestou atenção e passou reto pelos boxes. Ah, então agora você pode passar reto pelos seus boxes e entrar no primeiro que estiver livre? Vamos perdoar desta vez porque não levou a maiores, mas se não sabe brincar não desce para o playground.

Falemos então do desastre do dia. Giancarlo Fisichella e sua Ferrari endiabrada conseguiram ultrapassar o limite de velocidade nos boxes. Sim, só nos boxes, porque no resto da pista eles são piores que a Renault e isso não é necessariamente fácil. Fisichella queria tanto mas tanto a 16ª posição que até jogou o Grosjean, que finalmente não fez burrada, pra fora da pista. A 3 voltas do final? Onde estava a necessidade disso? O mistério do ano é como a dupla Fisichella/Ferrari se deu tão mas tão mal!

Vettel administrou, Webber não apertou o passo e Button só chegou para ameaçar a 4 voltas do final. Aliás que necessidade tinha o campeão de facto de ficar jogando o carro em cima da Red Bull do australiano? Ficou feio levar todas aquelas fechadas. Jenson pode até ter terminado em terceiro mas agora só vai se falar de como ele não consegiu ultrapassar a Webber.

Esta foi a primeira corrida do ano que Vettel ganha sem ter feito a pole. Para muitos pode nao ter valido muito mas para o jovem piloto tenhamos certeza que tem um gosto muito doce e deixara a vontade de quero mais. Horner estava estático com o dobradinha e esbanjava simpatia. O hino austríaco está bem requisitado.

No deserto dos Emirados Árabes a temporada de 2009 da F1 chega a seu fim. Agora é esperar pela definições dos pilotos, por noticias das novas escuderias, calendário de treinos e apresentação de carros e obviamente, começar a contagem regressiva para março de 2010.


Hamilton larga em 1º em Abu Dhabi

31/10/2009

Num treino classificatório em que predominaram as pinturas de cor bonita em volta do traçado, o asfalto brilhante, o hotel das mil cores, a saída estreita e sinuosa dos boxes, a presença de Luca di Montezemolo, Jean Todt, Michael Schumacher, Felipe Massa, Jay Kay da banda Jamiroquai e um beijo da pussycat doll, namorada de Lewis Hamilton, os meninos e meninas podem ter pensado “pra quê prestar atenção na formação do grid da corrida que é quase para cumprir tabela”? Bom, pareceu-me que o treino, em si, ficou realmente em segundo plano. Possivelmente por não ter sido lá tão emocionante.

No Q1, realizado durante a luz do dia, o que nos chama atenção é o último lugar, ocupado por Fisichella (ficar no Q1 já era hábito, mas ÚLTIMO, meu filho?!?!?!) e a 16ª posição de Alonso (o momento pai-do-Button-em-Interlagos-2008 dizendo “deixa essa m*rda queimar” serviria perfeitamente para os carros da Renault, hein?).

No Q2, ficou a outra Ferrari. Raikkonen largará em 11°. Não era à toa que o papo entre Montezemolo, Massa e Schumacher estava rolando solto. Melhor conversar que ficar vendo a classificação desastrosa do time…

E no Q realizado à noite, o 3, à luz artificial, deu Hamilton. seguido de Vettel, Webber e Barrichello. A briga pelo vice-campeonato continua aberta, mas no momento não sendo muito favorável ao piloto brasileiro.

E desta vez, meio de feriadão, você pode dormir um pouquinho mais, pois a corrida começará às 11 horas (10h, se você estiver na região norte ou nordeste).

Este são o grid provisório e os pesos:

1. Lewis Hamilton, McLaren, 658.5kg
2. Sebastian Vettel, Red Bull, 663
3. Mark Webber, Red Bull, 660
4. Rubens Barrichello, Brawn GP, 655
5. Jenson Button, Brawn GP, 657
6. Jarno Trulli, Toyota, 661
7. Robert Kubica, BMW Sauber, 654.5
8. Nick Heidfeld, BMW Sauber, 664
9. Nico Rosberg, Williams, 665
10. Sebastien Buemi, Toro Rosso, 661.5
11. Kimi Raikkonen, Ferrari, 692
12. Kamui Kobayashi, Toyota, 694.3
13. Heikki Kovalainen, McLaren, 697
14. Kazuki Nakajima, Williams, 704
15. Jaime Alguersuari, Toro Rosso, 696.5
16. Fernando Alonso, Renault, 708.3
17. Vitantonio Liuzzi, Force India, 695
18. Adrian Sutil, Force India, 696
19. Romain Grosjean, Renault, 710.8
20. Giancarlo Fisichella, Ferrari, 692.5
(fonte Formula1.com)


Diário das Arábias – Parte 4

31/10/2009

by F1girls - Eloisa

Hoje as arquibancadas ficaram cheias e o que previ, aconteceu: um dos restaurantes no F-1 Village ficou sem comida. Também reparei que existem quatro pontes que saem de lugar nenhum e chegam a parte alguma, e várias da minhas famosas barreiras continuam cobertas com plásticos. De qualquer forma, as pessoas estavam contentes de estar aqui e aproveitaram bem o sábado ensolarado. E foi nas minhas andanças do dia que achei o foco deste relato.

O caráter global da F-1 faz dela a categoria mais famosa do automobilismo mundial e a faz ser considerada um dos esportes mais exclusivos que existem. Em qualquer GP, podem ser hasteadas uma de dez bandeiras ou entoados um de onze hinos. Nas equipes, ouvimos vários idiomas. Nas arquibancadas, espectadores de todas as partes do mundo se reúnem, vestindo e mostrando as cores de seus pilotos de escolha.

Em Abu Dhabi, podemos dizer que a globalização foi levada um passo adiante. A equipe de segurança é austríaca; a de contato com o cliente têm membros australianos, ingleses e alemães; o centro médico conta com suecos, escoceses, árabes e até um dominicano. Para ter certeza que o GP fluirá sem problemas, a organização do evento não poupou esforços _pois dinheiro já sabemos que foi uma desforra_ para se cercar de anos de experiência. Só um exemplo: Anne Bradshaw, que por anos foi a Chefe de Relações Públicas da Williams _inclusive um certo 1° de maio de 1994_, é a responsável pelo centro de imprensa do circuito.

Desde quinta-feira, tenho visto um casal de japoneses passeando pelo circuito. Eles chamam a atenção pelo chapéu de aba larga e o broche de diamantes que a senhora não abandona. Ontem, por coincidência, estava dentro da Toyota quando vi membros da equipe presenteando o casal com um volante assinado por Jarno Truilli, e isso só fez crescer minha vontade de saber mais sobre o simpático casal. E hoje fui lá conversar com eles.

by F1girls - Eloisa

Os Kidosaki são de Tóquio, onde têm um escritório de arquitetura. Há 20 anos são fãs de F-1 e já foram a mais de 130 GPs. Desde que a Toyota entrou na F-1, eles adotaram a escuderia como a sua preferida. Na palavra deles, “a Toyota é um dois times que desenvolve seu próprio chassis e motor, o que a faz especial; e a Toyota é japonesa como nós”. Apoio que fica evidente no chapéu mencionado, com uma fita vermelha bordada “Toyota Racing”, que aliás foi idéia da Sra. Kidosaki. Me contaram que todos os anos invariavelmente vão a pelo menos cinco GPs, os fixos no calendário são Mônaco e Japão, e já são praticamente considerados parte da equipe, o que ficou evidente com o presente que receberam esta semana. Aliás, o volante irá fazer companhia a um capacete autografado que eles compraram recentemente em um leilão beneficente, por 40 mil dólares.

Perguntei o que acharam do circuito: “Muito bonito, mas para o espectador, Suzuka, Istambul e Mônaco são muito mais espetáculo.” Quem melhor que eles, veteranos do circo, para dar esse veredicto?

Fiquem de olho nas imagens do circuito. Quem sabe vocês não os vêem?


Diário das Arábias – Parte 3

30/10/2009

Aproveitei o final da manhã para dar uma longa caminhada pelo lado oeste do circuito, com direito a passar pela porta do Yas Marina Hotel. Entrar só é permitido para hóspedes, que têm de passar por uma máquina de Raio X; ou seja, ficarei sem relatar o cheiro de tinta ou a breguice que deve imperar por lá.

by F1girls - Eloisa

De qualquer forma, no caminho deparei com a constante evolução da obra. O que ontem ainda tinha plástico, hoje já estava arrumado. Mesmo assim, encontrei um banco já instalado, mas ainda embrulhado, e um que sequer havia sido colocado – sinal de que ainda há muito por fazer. Como disse ontem, o que importa – a pista, os pits, o paddock- estão todos prontos. Mas, reparem em uma vista aérea: vão ver guindaste e mais guindastes por todas as partes. Sorte dos organizadores que os pilotos não precisam conviver com o caos que cerca a ilha.

by F1girls - Eloisa

As arquibancadas no final da reta são elevadas, com direito a uma visão privilegiada da área de escape, algo como as arquibancadas no final da reta dos boxes em Interlagos. A semelhança termina ai. A West Grandstand (Arquibancada Oeste) é coberta, tem elevadores de acesso, um estacionamento a poucos passos, três restaurantes com ar-condicionado, mesas e opções de pratos quentes; ou seja: quem comprou o da Main Grandstand (Arquibancada Principal) deve estar se roendo de raiva que só tem Gyro e Sorvete. O ingresso dá acesso a qualquer portão, mas o calor e as longas distâncias devem desencorajar vários. E os corajosos chegavam do F-1 Village e Oasis com as compras já feitas.

Falando no Oasis, hoje estavam oferendo manicures de graça! “Pinte suas unhas com as cores da sua equipe”, oferece o cartaz. Na mesa, unhas postiças pintadas mostravam as opções. Nada de novos restaurantes ou estandes, mas eles prometem que amanhã abrem o bar. Agora, teremos espectadores uniformizados, com fome e bebâdos.

by F1girls - Eloisa

Espectadores que hoje foram poucos. Onde olhamos, vimos alguns gatos pingados. Sexta-feira aqui é o primeiro dia do fim de semana e, mesmo assim, o público foi fraco – arrisco dizer que apenas os que vieram ontem voltaram. De qualquer forma, em menos de meia hora já não havia ninguém – devem ter corrido todos para o show do Jamiroquai. Eu sei que é maldade, mas se não começar a ver as arquibancadas cheias, vou começar a achar que, de duas, uma: ou os organizadores, para causar buxixo, anunciaram que estavam sold out e não estavam; ou realmente tinha muita gente disposta a gastar para ver a Beyoncé e o Aerosmith.

De qualquer forma, como diz o ditado, a esperança é a última que morre. E hoje tive prova disso, quando, durante os treinos livres, encontrei com uma jovem árabe assistindo o treino atentamente e maravilhada com o que via. Me aproximei e perguntei se já tinha visto alguma corrida, e ela me respondeu que nunca, que era a primeira vez que ouvia um carro tão alto. “E gostou?”, perguntei. “Mais do que eu imaginava”, me disse, voltando a prestar atenção ao que estava acontecendo na pista.

by F1girls - Eloisa


Chegando ao autódromo

30/10/2009

Chegar ainda foi fácil, afinal hoje é o primeiro dia do fim de semana e os locais não fazem muito antes das orações do meio-dia.

Eu queria mostrar o que vi ontem, as mil e uma barreiras de plasticos e cones. Não era exagero meu. Começaram a construir de dentro para fora. A região em volta do circuito está e estará em construção por um bom tempo.


Diário das Arábias – Parte 2

29/10/2009

Entrar no circuito é fácil, se considerarmos normal passar quatro pontos de revista com o carro e dois a pé. No caminho, cresce a certeza de um projeto monstro, onde dinheiro não foi objeção.

O Yas Marina Hotel no horizonte e as coberturas das arquibancadas destoam do resto da paisagem; ou melhor, da falta dela. Areia por todos os lados, pó e construção, esta é a norma. Sim, a poucas horas de receber mais de 60 mil espectadores, o que mais se vê são cones e barreiras de sinalização, como se tivessem começado a construir da pista para fora e não tivesse dado tempo de terminar.

O F-1 Oasis está mais para miragem do que outra coisa. Como eles pretendem que a arquibancada inteira, que fica na reta dos boxes, se alimente apenas tendo dois estandes de sanduíches e sorvete? Pode ser que nas próximas 12 horas eles instalem três outros, mas, pelo andar da carruagem, o que vai ter de fila não está no gibi. Em compensação, há pelo menos sete estandes de produtos. As pessoas passarão fome, mas devidamente uniformizadas.

Lojas no circuito

Lojas no circuito

Ontem estava na dúvida sobre o que havia provocado tamanho interesse do público local pelo GP. O pit walk estava lotado, e o curioso era que não havia um público especifico. Vi de europeus a indianos, de casais com filhos pequenos a grupo de amigas, alguns marinheiros de primeira viagem e outros macacos velhos, todos aproveitando ao máximo a oportunidade de ver os carros de perto. Essa presença em massa me encheu de esperança, a mesma que se foi esvaindo com a proximidade do show da Beyoncé.

Caminhar dos pits até a Arena, onde acontecem os concertos, não é para os fracos de pernas e preguiçosos de plantão. O suposto sistema de ônibus que levarias as pessoas do ponto A ao B não funcionou muito bem (nas palavras exatas de um membro da equipe do circuito foram “falhou terrivelmente”). No caminho, fui acompanhada por uma horda, infelizmente não consigo usar nenhum outro coletivo. Eram milhares de pessoas com só um destino. E não quero chegar a conclusões com apenas um dia de evento, mas a variedade de saltos altos, saias curtas e cabelos engomados me levam a crer que a grande maioria não está nem ai para o que está acontecendo na pista. Vou dar um desconto por hoje ser dia útil. Não preciso nem dizer que a pulga da dúvida não foi embora.

Trocando radicalmente de assunto: a pista esfria num piscar de olhos. Enquanto eu ainda estava a me adaptar aos 35°C, que persistiram mesmo após o anoitecer, a pista foi perdendo calor muito rápido. A verdade é que, quando o sol se põe, o circuito fica espetacular. A iluminação artificial é monstruosa. Tudo que de manhã destoa se destaca à noite. O hotel, que lembra e muito a Allianz Arena de Munique, troca de cor. Os holofotes iluminam todo o complexo e afastam qualquer comentário negativo sobre uma corrida noturna. No escuro, todos os gatos são pardos e o Yas Marina Circuit é deslumbrante.

Abu Dhabi à noite

Abu Dhabi à noite


Imagens do front…

29/10/2009

Elo enviou as primeiras imagens de Abu Dhabi


Movimentação no padock


Hotel na marina


Abu Dhabi às 18h


A saída dos boxes


Diário das Arábias – Parte 1

28/10/2009

Sim, dona Eloisa está nos Emirados, e feliz da vida já que o destino (leia-se o trabalho) a trouxe para estes lados do mundo, bem a tempo da corrida. O final de semana começa amanhã e a agenda promete.

Enquanto não trago novidades fresquinhas, aqui posto o “Diário das Arábias” que será publicado de hoje até domingo no Tazio.

Não se esqueçam de acompanhar minhas aventuras no twitter das F1Girls (@f1girls), onde estarei postando de tudo um pouco, desde se consegui conversar com o Barrichello até uma pequena esculhambada, ou não, no figurino da Beyoncé.

F-1, Abu Dhabi, muito prazer

Os jornais avisam, em letras garrafais, que os ingressos estão esgotados. Em um país onde uma das poucas experiências prévias com um carro de F-1 se limita à desastrosa exibição da Renault, em abril deste ano, ler que 60 mil ingressos foram vendidos é definitivamente intrigante.

O interesse pelo esporte tem sido estimulado nos últimos meses com transmissões em telões ao ar livre, estandes em shoppings com imagens de corridas passadas, além de simuladores, promoções de bonés, camisetas autografadas e frequentes matérias em publicações da região.

A edição deste mês da revista “.commerce” dedica 24 páginas ao impacto econômico e destaca que esta é uma ótima oportunidade para educar o resto do mundo sobre os Emirados e sua cultura. O maior jornal de Abu Dhabi, “The National”, circulou neste domingo um encarte em forma de revista com 42 páginas, quase um guia para novatos, com detalhes das corridas do campeonato, as principais regras e, obviamente, os pilotos e as escuderias. Tem até uma lista de todos os 31 campeões mundiais.

Os ingressos mais baratos custavam aproximadamente R$ 750; os mais caros, R$ 1.180. Em tempo: o ingresso mais caro do GP do Brasil, sem alimentação, custava R$ 1.900. As entradas são para os três dias e dão acesso à lugar marcado nas arquibancadas cobertas _que no calor local serão fundamentais_, ao “F-1 Village and Oasis”, onde estão as lojas, restaurantes, um palco para shows durante o dia e até um playground para as crianças.

A cada três ingressos adquiridos, o comprador leva um passe de estacionamento para o lote mais próximo da sua arquibancada; na quinta-feira por duas horas os portadores dos ingressos de três dias terão a oportunidade de andar pelos pits e ver de perto as equipes preaparando os carros para o primeiro treino livre. Por fim, os ingressos dão direito a assistir todos os concertos que acontecerão diariamente a partir do dia 29 (Beyoncé, Jamiroquai, Kings of Leon e Aerosmith).

Ou seja, mesmo que você não tenha idéia do que é o KERS, que Jenson Button acaba de ganhar o campeonato de pilotos, que em 2010 não haverá reabastecimento durante as corridas ou que Fernando Alonso correrá para a Ferrari, o final de semana promete. E talvez seja essa promessa que tenha levado os ingressos a se esgotarem.”


Acabando o ano da F1

26/10/2009

Pois é, mais uma temporada está no final e o que você vai fazer até 14 de março de 2010? Quais são suas estratégias para superar a abstinência de F1? Viciados sofrem desse mal quando privados do seu vício!

Enquanto o fim da temporada não chega, deixo aqui um vídeo… muita gente já deve ter visto, mas, lá vai: um preview da pista de Abu-Dhabi com Bruno Senna.

Falando em Bruno Senna, espero que tenhamos logo a decisão da dança dos cockpits, porque, não sei vocês, mas eu sou uma pessoa ansiosa e sem muita paciência.


Últimas notícias

23/10/2009

Não, não vim falar que o Jean Todt ganhou a eleição e será o novo presidente da FIA.

Mas sim que teremos uma representante in loco cobrindo o GP de Abu-Dhabi direto do paddock!
Apesar de já termos um campeonato definido, fiquem ligados no twitter e no blog para as novidades de Eloisa Lopez direto dos Emirados Árabes. ;)

Update: mandem algumas perguntas que gostariam de fazer aos pilotos, quem sabe a Elo não consegue algumas respostas?